POTENCIALIZAR O APRENDIZADO ATRAVÉS DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL




COMO POTENCIALIZAR O APRENDIZADO DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL?

 Olá pais e professores,

Vocês assim como nós, já se fizeram essa pergunta: COMO POTENCIALIZAR O APRENDIZADO DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL?

Pois é, ensinar a matemática para nossos pequenos na verdade é um desafio muito grande, pois precisamos entrar no mundo lúdico dos nossos pequeninos e ensinar a eles o concreto.

 Ou seja, ensinar brincando!


E para que este processo tenha sucesso, é preciso conhecer as estratégias a serem aplicadas em sala de aula. Pois a matemática tem que ir além de conhecer números e saber fazer contas.


Essa disciplina precisa ser divertida, pois é através do lúdico que os pequenos desenvolvem capacidades importantes para toda a sua vida.

Boa leitura.


A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS MATEMÁTICOS NA APRENDIZAGEM

É fácil perceber que as brincadeiras e jogos matemáticos não constituem a aprendizagem em si, mas um excelente meio que permite o diagnóstico, a intervenção e até mesmo a transmissão de conteúdos conceituais, procedimentos e atitudes sem que o educando perceba tal inferência.

A infância, um dos momentos mais fascinantes da vida, é o período onde exteriorizamos nossos sentimentos, nossas experiências e nossa criatividade da forma mais espontânea que existe; brincando através do jogo que a criança interage com a realidade e estabelece relações com o mundo que vive.

O brincar da criança não pode ser considerado simplesmente uma atividade complementar de forma pedagógica, mas atividade fundamental para desenvolver identidade cultural e a formação da personalidade, uma vez que a brincadeira pode acontecer onde quer que a criança se encontre, bastando para isso, apenas um pequeno estímulo para que sua imaginação a leve para um mundo de criatividade e movimento.


A utilização de atividades lúdicas na Matemática e de materiais concretos é totalmente relacionada ao desenvolvimento cognitivo da criança.

Há de se refletir que alguns conteúdos específicos da Matemática não possuem relação com a ideia de serem aplicados utilizando jogos, mas de certa forma promovem um senso crítico, investigador, que ajuda na compreensão e entendimento de determinados tópicos relacionados ao ensino da Matemática.

O aluno não pode encarar o jogo como uma parte da aula em que não irá fazer uma atividade escrita ou não precisará prestar atenção no professor.

Promovendo assim uma conduta de indisciplina e desordem, mas precisa ser conscientizado de que aquele momento é importante para sua formação, pois ele usará de seus conhecimentos e suas experiências para participar, argumentar, propor soluções na busca de chegar aos resultados esperados pelo orientador, porque o jogo pode não ter uma resposta única, mas várias, devemos respeitar as inúmeras respostas, desde que não fujam do propósito. 

O trabalho de Matemática na Educação Infantil deve, dessa forma, garantir que as crianças façam mais do que recitar números e decorar os nomes de figuras geométricas. É preciso que possam, partindo dos conhecimentos prévios de cada uma, avançar em seus conhecimentos mediante situações significativas de aprendizagem.

Várias são as possibilidades para que isso ocorra: as situações de jogos; as resoluções de problemas; as atividades lógicas etc. 

O que vai garantir um aprendizado efetivo é que a criança possa ser o protagonista desse processo, ou seja, um ser ativo que busca respostas a questões verdadeiras e instigantes.

O uso de jogos no ensino da Matemática tem o objetivo de fazer com que os estudantes gostem de aprender essa disciplina, mudando a rotina da classe e despertando o interesse do estudante.

Através do lúdico as crianças podem desenvolver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a memória, a imaginação, concentração, conservação, seriação, reversibilidade, análise e síntese, interpretação, argumentação, organização.

Por meio das brincadeiras os professores podem assistir e constituir uma visão dos processos de desenvolvimento das crianças em conjunto e de cada uma em particular, registrando suas capacidades de uso das linguagens assim como suas capacidades sociais e dos recursos afetivos e emocionais que dispõem.

Sabemos, portanto, que o processo de formação das crianças é complexo, pois envolve atividades intelectuais e mentais por partes da criança por isso para aprender um conceito é preciso ter, além das informações recebidas do ambiente, capacidades de abstração, cooperação, memória, concentração e atenção.

Cabe ao professor, nesse caso, ser o mediador dos conceitos, promovendo atividades diferenciadas que valorizem a construção do conhecimento e a apropriação desses conceitos para que mais tarde eles venham a ser aproveitados quando os alunos forem aprender os conteúdos mais complexos de matemática.

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