PORQUE ENSINAR BRINCANDO GARANTE RESULTADO!




Já sabemos que para um bom desenvolvimento é necessário a estimulação em nossos pequeninos!

Ensinar brincando é a chave para um resultado de muita diversão.

Trabalhar de forma descontraída atrai mais a atenção dos pequenos e faz com que eles se interessem mais pelas atividades, e ao mesmo tempo você desenvolve alguns benefícios tais como a noção do tempo, percepção do corpo e espaço.

Pensando nisso separamos um conteúdo que traz algumas atividades simples e com muita diversão.

Ahh, confira um vídeo feito com especialista na área de psicomotricidade. Está cheio de informações.





Boa leitura e um ótimo final de semana cheio de diversão e alegria!


Se você gostou do artigo compartilhe com os seus colegas clicando aqui:

Quer saber mais? Clique aqui Psicomotricidade e saiba como nosso curso de extensão on-line aborda este assunto e muito mais.

O curso traz inúmeras atividades práticas que você poderá desenvolver com seu filho e aluno!
Acesse e confira!    PSICOMOTRICIDADE

Dúvidas? Entre em contato: (43) 99644-5284

VOCÊ SABE QUAIS SÃO OS SINAIS DE ATRASO NO DESENVOLVIMENTO DE UMA CRIANÇA?





Olá pais e professores,

Este assunto é muito importante tanto para os familiares, como para o ambiente escolar, pois para identificar atrasos no desenvolvimento ambos precisam trabalhar juntos, com o olhar atento!

Conforme a criança vai crescendo, é natural que surjam as comparações, e preocupações do tipo, será que está tudo correndo dentro do esperado para a idade?

Dúvidas, insegurança é normal, porém, é preciso estar sempre atento a alguns sinais de atrasos. Caso identifiquem algum problema, a intervenção rápida ajuda a reduzir eventuais prejuízos futuros.


Confira abaixo uma matéria que esclarecerá as dúvidas constante sobre este assunto. 
Uma boa leitura!


VOCÊ SABE QUAIS SÃO OS SINAIS DE ATRASO NO DESENVOLVIMENTO DE UMA CRIANÇA?


Como saber se há algo errado com a criança?

Conforme a criança vai crescendo, é natural que surjam as comparações e que os pais se preocupem se está tudo correndo dentro do esperado para a idade dela. Dúvidas como Será que com essa idade ele já não deveria estar engatinhando? ou: A filha da vizinha já fala várias palavras, por que será que ela não fala ainda? são comuns.

A questão é que cada criança tem um ritmo diferente de desenvolvimento. Assim sendo, muitas vezes é difícil separar o que é simplesmente uma particularidade e o que é um verdadeiro atraso no desenvolvimento, que possa estar sendo causado por alguma condição que precise ser investigada e tratada.

A observação dos pais e das pessoas que mais convivem com a criança é a melhor forma de identificar possíveis atrasos. Caso seja identificado algum problema, intervenções médicas ou terapias específicas ajudam a reduzir eventuais prejuízos futuros, principalmente se iniciadas bem cedo.

O que significa exatamente atraso no desenvolvimento?

Os médicos usam o termo atraso no desenvolvimento quando uma criança não atinge alguns dos marcos do desenvolvimento com a idade esperada, mesmo já levando em conta as variações individuais. O atraso pode ocorrer em uma ou mais áreas:
  • Coordenação motora ampla (habilidades físicas como rolar, sentar e andar)
  • Coordenação motora fina (capacidade de segurar as coisas, manipular objetos)
  • Linguagem e fala (tanto a compreensão quanto a fala)
  • Habilidades sociais (relacionamento com outras pessoas)
  • Capacidade de autocuidado (vestir-se, usar o banheiro)

É comum uma criança ter atraso no desenvolvimento?

Estudos já mostraram a ocorrência de atrasos do desenvolvimento em de 10 a 15% das crianças de menos de 3 anos, portanto se trata de um problema relativamente comum. Entre os atrasos estão dificuldade de aprendizado, de se comunicar, de se movimentar e até de brincar.

Quanto mais rapidamente a criança receber terapias adequadas, maior a chance de reduzir o impacto do atraso neuropsicomotor.

Alguns desses atrasos desaparecem até o início da vida escolar (ensino fundamental). Já outros são identificados apenas mais tarde. 

Cerca de 40 por cento das crianças que têm algum atraso no desenvolvimento possuem também um outro atraso em outra área. Somente 2% possuem três tipos ou mais.

Que tipo de problema os pais podem perceber?

A maioria das famílias consegue perceber com certa facilidade atrasos nos grandes marcos do desenvolvimento, como engatinhar e andar. Mas também há atrasos mais específicos, como a dificuldade em segurar objetos pequenos ou passar um brinquedo de uma mão para outra.
Na área da linguagem, um dos sinais de alerta é perceber que a criança não entende o significado de palavras, ou não tenta se comunicar, seja apontando ou balbuciando.

Nas consultas de rotina, o pediatra deve fazer perguntas sobre o comportamento do bebê e observá-lo para ter certeza de que ele está se desenvolvendo como o esperado.

Crianças que nasceram prematuras podem demorar mais para atingir certos marcos do desenvolvimento se comparadas com bebês nascidos no tempo certo. Até o segundo ou o terceiro aniversário, o pediatra pode preferir considerar como a idade do bebê prematuro a data prevista de parto, ou seja, a data em que a gestação teria completado 40 semanas. O BabyCenter preparou listas de sinais de alerta de várias áreas do desenvolvimento para você consultar e conversar com o pediatra:

O que pode estar causando o atraso?

Em algumas situações, o atraso no desenvolvimento tem uma causa médica identificável, como complicações de um nascimento prematuro ou uma condição genética como a síndrome de Down ou outras síndromes. Também pode ser causado por algum acidente ou doença.

Problemas na fala e na linguagem podem ser causados por dificuldade de audição, questões físicas ou neurológicas ou ainda transtornos cognitivos. Pediatras, neuropediatras, fonoaudiólogos costumam ser os profissionais envolvidos em diagnóstico e opções de tratamento.

Problemas de visão podem ser a causa de alguns atrasos, e são difíceis de perceber. No início é o pediatra que examina a visão do bebê, mas em caso de preocupação ele pode encaminhar o bebê para uma avaliação mais detalhada com um oftalmologista.

O médico disse que está tudo normal, mas ainda estou preocupada

Se, mesmo depois de uma avaliação cuidadosa por parte do pediatra, ele não tiver identificado nenhum atraso, mas mesmo assim você não tiver se convencido, confie nos seus instintos e procure uma segunda opinião, ou então a avaliação de um especialista (neuropediatra, fonoaudiólogo ou ortopedista, dependendo do tipo de atraso).

Pode até ser que esteja tudo normal e que a criança supere rapidamente o atraso, ou pode ser que uma terapia curta já seja suficiente para resolver o problema. Mesmo que realmente não seja nada, você vai estar tranquila de que está fazendo tudo o que pode para que seu filho tenha a melhor assistência e o melhor desenvolvimento possíveis.

Fonte: Baby Center

Se você gostou do artigo compartilhe com os seus colegas clicando aqui:

Quer saber mais? Clique aqui Psicomotricidade e saiba como nosso curso de extensão on-line aborda este assunto e muito mais.
O curso traz inúmeras atividades práticas que você poderá desenvolver com seu filho e aluno!
Acesse e confira!    PSICOMOTRICIDADE

Dúvidas? Entre em contato: (43) 99644-5284

21/03 é o Dia Internacional da Síndrome Down


Olá,

Hoje dia 21/03 é o Dia Internacional da Síndrome Down.

Muitas são as dúvidas e os questionamentos sobre as pessoas com a Síndrome, por isso, hoje em especial vamos compartilhar com você um pouquinho sobre esse assunto tão especial.
Você sabia que as pessoas com síndrome de Down têm muito mais em comum com o resto da população do que diferenças!?
Podem desenvolver a leitura a escrita, ir à escola como qualquer outra criança e levar uma vida normal. São capazes de sentir, amar, aprender, se divertir e trabalhar. E o mais importante é descobrir que eles podem alcançar um bom desenvolvimento de suas capacidades pessoais e avançará com crescentes níveis de realização e autonomia.
Em resumo, ele poderá ocupar um lugar próprio e digno na sociedade.

Saiba mais no vídeo abaixo. "Ser especial é não ter preconceito"

Clique e assista o vídeo: MOVIMENTO DOWN


Abraços,
Grupo Rhema Educação
Compartilhando Conhecimento

PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL.


Tudo bem?

A psicomotricidade é fundamental na educação infantil. Conheça mais sobre esta ciência que é fundamental para o desenvolvimento dos pequenos... Tire suas dúvidas, aprenda sobre o assunto e participe deixando seu comentário com sugestões, críticas e questionamentos. Confira!

PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL.
A psicomotricidade é a ciência que estuda o ser humano através do movimento de seu corpo, seja em relação ao seu mundo interno, seja em relação ao externo. Ela se baseia em três pilares principais: o movimento, o intelecto e o afeto.
O que é?
O nome psicomotricidade pode causar estranhamento, afinal, não é algo que nós ouvimos todos os dias. Mas o nosso contato com esta ciência é diário e, na escola, está bastante associada à educação física. Habilidades como correr, saltar, andar, noções de espaço e outras são desenvolvidas e, além de muito importantes, são divertidas para os pequenos.
O papel da psicomotricidade na educação infantil é estimular as percepções da criança, bem como o desenvolvimento de seu esquema corporal. Assim, a criança vai organizando seu mundo através de seu corpo. Ao oferecer espaços e oportunidades para realizar atividades e experimentar novas sensações e situações, a criança se torna mais saudável, independente e confiante.
ATIVIDADES
Esquema Corporal
  • Trabalho com espelho: as crianças ficam lado a lado de pé, observando e nomeando as diversas partes do corpo e dizendo suas funções.
  • Desenhar partes do corpo, recortar e montar bonecos com elas.
Lateralidade
  • Telefone sem fio.
  • Pegar um cone ou um papel e transformá-los em binóculos.
  • Conduzir uma bola com os pés e chutá-la.
Orientação espacial
  • Mímicas.
  • Correr em diversas direções, para o lado, para trás etc.
Orientação temporal
  • Fazer o uso de cartazes com dias do mês e também da semana.
  • Atividades rítmicas.
  • Dança das cadeiras.
A importância da psicomotricidade
A psicomotricidade age na parte física, mental e afetiva dos pequenos. Algumas crianças apresentam dificuldades em assimilar certos conteúdos e a causa desses problemas pode estar relacionada ao desenvolvimento inadequado de suas capacidades psicomotoras.
Essa ciência combina aspectos sociais, biológicos e psicológicos, realizando transformações qualitativas para os pequenos. Ou seja, o desenvolvimento psicomotor envolve diversos tipos de aprendizagem, aprofundando e expandindo a experiência individual de cada criança.
Fonte: Tricae 
Aprenda mais sobre esse assunto...

Se você gostou do artigo compartilhe com o seus colegas clicando aqui:

Saiba mais sobre esse assunto através do nosso curso em PSICOMOTRICIDADE.
Dúvidas entre em contato: (43) 99644-5284

AGUÇANDO A CURIOSIDADE DA CRIANÇADA.


Olá pessoal, tudo bem?

Para estimular a aprendizagem das crianças precisamos aguçar a ‘’curiosidade’’ delas.
Há o mito que matemática é algo assustador, sabemos que não é verdade, é difícil sim, mas acompanhar o raciocínio de maneira concreta é uma ferramenta que precisa ser estimulada.
A prática de Jogos, para ensinar a matemática de forma lúdica e divertida, é uma excelente ferramenta, que deve ser sempre que possível, utilizada.
E o mais importante, além de criar uma outra forma de aprendizagem e estimulação, a criança aprenderá brincando.
Já planejou a sua aula para a próxima semana? Veja o conteúdo abaixo e aproveite.

Boa leitura!
DICAS DE JOGOS MATEMÁTICOS POR IDADE.
Não importa a idade, ao jogar, as crianças descobrem coisas novas do mundo e de si mesma, investigam e desenvolvem-se.
Jogar é prazeroso, é divertido, é ser criança!
Jogar implica muitas vezes em criar estratégias, observar, analisar… Desenvolve o raciocínio lógico, o respeito às regras, a interação com amigos e/ou familiares, sendo uma ótima opção de diversão para a família toda.
Os termos jogos e brincadeiras possuem significados que variam de acordo com a sua origem. Muitas línguas têm apenas uma palavra para brincadeira e jogo. Este é o caso das línguas europeias, para as quais os termos spielen (alemão), to play (inglês), jouer (francês), juguete (espanhol), igra (russo) e gioco (italiano) possuem significados semelhantes para ambos.
No Brasil estes termos são empregados indistintamente. No senso comum, jogo e brincadeira muitas vezes são vistos como atitudes diferentes: o jogo é associado à atividade física ou mental fundada em sistema de regras que definem a perda ou ganho. Já o ato de brincar é visto como diversão ou entretenimento.
O que vale mesmo é que o jogo e a brincadeira permitem a criança criar, imaginar, fazer de conta, funcionando também como laboratório de aprendizagem e muita diversão!
Abaixo, indicamos algumas opções de jogos tradicionais, não eletrônicos, que podem ser iniciados nas idades sugeridas:

2 anos
  • Lince
  • Jogos de encaixe
  • Puxa batatinha
  • Pula pirata


3 / 4 anos
  • Memória
  • Quebra cabeça
  • Boliche
  • Quebra Gelo
  • Mico


5 / 6 anos
  • Jogos com dados (trilha)
  • Dominó
  • Cai não cai
  • Bingo
  • Cara a Cara

Boa diversão!

Aprenda mais sobre esse assunto...

Se você gostou do artigo compartilhe com os seus colegas clicando aqui:

Quer saber mais? Clique aqui JOGOS MATEMÁTICOS  e saiba mais sobre o nosso curso de extensão on-line.

Dúvidas? Entre em contato: (43) 99644-5284

PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DICAS!





A palavra chave para o Desenvolvimento é Estimulação!

Olá professor,

Você já sabe que o conhecimento sobre a psicomotricidade é fundamental na educação infantil. Por isso separamos mais este material para você se aprofundar ainda mais no tema.
E para quem ainda não conhece sobre a Psicomotricidade. Conheça mais sobre esta ciência que é fundamental para o desenvolvimento dos nossos pequenos.

Tire suas dúvidas, aprenda sobre o assunto e participe deixando seu comentário. Confira!


Boa leitura e bom final de semana.


PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DICAS!

O movimento humano é construído em função de um objetivo. A partir de uma intenção como expressividade íntima, o movimento transforma-se em comportamento significante. É necessário que toda criança passe por todas as etapas em seu desenvolvimento.

O trabalho da educação psicomotora com as crianças deve prever a formação de base indispensável em seu desenvolvimento motor, afetivo e psicológico, dando oportunidade para que por meio de jogos, de atividades lúdicas, se conscientize sobre seu corpo. 


Através da recreação a criança desenvolve suas aptidões perceptivas como meio de ajustamento do comportamento psicomotor. Para que a criança desenvolva o controle mental de sua expressão motora, a recreação deve realizar atividades considerando seus níveis de maturação biológica. A recreação dirigida proporciona a aprendizagem das crianças em várias atividades esportivas que ajudam na conservação da saúde física, mental e no equilíbrio sócio-afetivo.

Bons exemplos de atividades físicas são aquelas de caráter recreativo, que favorecem a consolidação de hábitos, o desenvolvimento corporal e mental, a melhoria da aptidão física, a socialização, a criatividade; tudo isso visando à formação da sua personalidade.



SUGESTÕES DE EXERCÍCIOS PSICOMOTORES: 


Engatinhar, rolar, balançar, dar cambalhotas, se equilibrar em um só pé, andar para os lados, equilibrar e caminhar sobre uma linha no chão e materiais variados (passeios ao ar livre), subir/ descer entre outras.
Pode-se afirmar, então, que a recreação, através de atividades afetivas e psicomotoras, constitui-se num fator de equilíbrio na vida das pessoas, expresso na interação entre cognição e corpo, a afetividade e a energia, o indivíduo e o grupo, promovendo a totalidade do ser humano.


Área Motora

Chapéu ao alto

Objetivos: desenvolver agilidade, atenção, prontidão de reação e coordenação motora.
Formação: alunos em circulo.

Material: Chapéu

Desenvolvimento: um participante comandará a brincadeira. Os alunos obedecem a comando deste líder que dará ordens, tais como: bater palmas, rir, chorar, girar, coçar a cabeça etc. em um dado momento ele jogara um chapéu ao alto. 

Os alunos continuam obedecendo às ordens do líder, enquanto o chapéu não trocar o chão. No instante em que o chapéu cair no chão todos devem parar com os movimentos que estavam executando. Aquele dentre os participantes que continuar com os movimentos sai da brincadeira.

Área da linguagem

Complete a frase

Objetivo: Trabalhar oralmente as palavras, despertando a atenção, a criatividade e iniciativa.

Formação: Alunos dispostos em círculo.

Material: Nenhum

Desenvolvimento: O professor deve dizer uma frase qualquer. O participante seguinte deverá dizer a últimas palavras que o participante anterior falou e completar a frase. Ex.: Maria comeu manga; a manga é muito saborosa. Saborosa também é a laranja. A brincadeira prossegue, aumentando as frases até alguém errar, quando então se reinicia com nova frase.

Possibilidade: Estruturar a brincadeira sob forma de musical (Ex: passar uma musica e pedir que a repitam sob forma de movimentos e/ ou expressões, sons, ou pedir que criem histórias).

Área de socialização

Dança do Jornal

Objetivos: Estimular a sociabilização, a expressão corporal e a percepção espacial.

Formação: Alunos dispostos em pares

Material: folha de jornal, aparelho de som, CD ou fita cassete.

Desenvolvimento: A um sinal do professor, deverão dançar (se movimentar) ao som de uma música sobre uma folha de jornal sem rasgá-la ou sair fora dela. Os pares que saírem ou rasgarem a folha de jornal vão saindo da brincadeira.

Os vencedores são os pares que não saírem de cima do papel nem rasgarem a folha do jornal.
Pode-se alternar a brincadeira, alternando entre diferentes ritmos musicais, mais rápidos, mais lentos, que exijam a execução de passos específicos etc.
Imagem e esquema corporal.

Fonte na Íntegra: Cantinho dos Pequeninos



Aprenda mais sobre esse assunto...


Se você gostou do artigo compartilhe com seus colegas clicando aqui:


E se quiser saber ainda mais sobre as atividades em Psicomotricidade e entender sobre essa ferramenta maravilhosa dentro de sala de aula, conheça o nosso curso de PSICOMOTRICIDADE.

AGITAÇÃO OU TRANSTORNO DE ANSIEDADE? ENTENDA A DIFERENÇA.



Olá,

O artigo que vamos compartilhar hoje com você é essencial para conhecermos um pouco mais sobre o comportamento dos nossos pequenos e assim poder ajudá-los!
Como sabemos a maioria das crianças são agitadas... Elas têm gás para passar a madrugada inteira brincando se deixarmos.
Mas além da inquietação, algumas alterações no comportamento podem ser um sinal de que seu filho e/ou aluno precisa de uma atenção maior.
Entenda nessa matéria a diferença entre a agitação e o transtorno de ansiedade.
Ótimo Fim de Semana e uma Boa Leitura!

AGITAÇÃO OU TRANSTORNO DE ANSIEDADE? ENTENDA A DIFERENÇA.

A característica mais importante para diferenciar o transtorno de ansiedade de outro tipo de conduta é o medo. A criança ansiosa teme tudo, geralmente é mais medrosa e insegura do que as outras, explica o doutor  Diego Tavares, psiquiatra do Hospital das Clínicas de São Paulo, filho de Sonilda e Wasthon.
Já a criança que é apenas agitada, possui o pensamento acelerado, é inquieta e costuma se movimentar muito. Mas não apresenta nenhum temor excessivo a respeito de alguma coisa, diferencia o psiquiatra.
Existem três tipos de transtorno de ansiedade. O primeiro, e o mais comum, é o medo de separação dos pais. Ele geralmente se inicia a partir dos quatro ou cinco anos de idade e o maior temor do pequeno é que algo possa acontecer com os pais, ou com si próprio, e eles tenham que se separar, exemplifica o doutor.
Por isso a criança pode resistir ir a escola, dormir (com receio de que os pais não estejam presentes quando acordar) ou se separar a qualquer custo.
O segundo chamamos de transtorno de ansiedade generalizada (TAG), esse não se restringe só a separação dos pais, mas a qualquer ocasião comum do dia-a-dia, diferencia o psiquiatra. Eles não relaxam e nem conseguem aproveitar uma brincadeira ou momento de descontração. Estão sempre tensos e dão a impressão de que toda e qualquer situação, mesmo já conhecida, é extremamente perigosa e preocupante.
E o último tipo de transtorno está ligado a fobias específicas: medo de escuro, de altura, de animais pequenos, entre outros casos. Mas como diferenciar o transtorno de medos comuns na infância? Ele se diferencia por gerar reações descontroladas de pânico. Por exemplo, uma criança teme o escuro e está  há meses fazendo com que os pais durmam junto dela ou que mantenham a casa toda iluminada, por não conseguir ficar nem em ambientes onde tenha penumbras, responde o doutor
A psicóloga Daniela Bisordi Aiach, mãe de Manoella, Stella, Fabrizio e Gabriela, diz que hoje a necessidade que temos de acompanhar todas as informações que recebemos também pode afetar as crianças e gerar nelas ansiedade.
Nossos filhos já nascem com a cobrança de ter e saber sobre coisas novas o tempo inteiro, é importante aliviar a rotina deles investindo em tempo livre para que possam brincar, se expressar e descontrair.
Mesmo que você tenha identificado alguns desses comportamentos no seu filho, não há motivo para se desesperar. Se a dúvida surgiu, o conselho é sempre procurar por um profissional que saberá diagnosticar e iniciar o tratamento mais adequado, caso haja necessidade. Com a terapia certa, ajuda da escola e dos pais, já podem ser suficientes para não deixar ir adiante essa angústia, acrescenta a Daniela.
Uma vez diagnosticada a ansiedade, o próximo passo é toda a família se envolver para compreender melhor o que é o transtorno e como vai ser o tratamento.  A escola também pode ser avisada, assim como a psicóloga aconselha, para entender e saber como lidar com algumas ações da criança. Mas os pais devem ficar tranquilos, pois não é sempre que um diagnóstico psiquiátrico é sinônimo de medicamento ou de internação. Muitos deles são tratamentos simples que precisam apenas de um suporte e conduta diferenciada da família, conclui o doutor Diego.

Aprenda mais sobre esse assunto...


Se você gostou do artigo compartilhe com seus colegas clicando aqui:


E se quiser saber ainda mais sobre ferramentas de diagnóstico para TDAH e outros tipos de transtornos que podem afetar as nossas crianças, conheça o nosso curso de PSICOFARMACOLOGIA NA EDUCAÇÃO.