A IMPORTÂNCIA DA RODA DE LEITURA EM SALA DE AULA.



Olá professor...


Você sabe a importância de se realizar uma roda de leitura em sua sala de aula? Veja que interessante nessa matéria algumas informações sobre a leitura em sala de aula. Boa leitura!


Ainda hoje em um século tecnológico, percebemos que a oralidade continua sendo o maior meio de comunicação e por isso estamos resgatando alguns valores de nossos antepassados, com brincadeiras de roda e ler para aos nossos filhos, seja através de e-book ou livro convencional. Pesquisas demonstram que as histórias são um importante instrumento de ludo educação, que é uma arte inovadora, e isso merece alguma reflexão.


Durante a leitura, a criança estimula o pensamento independente, desenvolve o raciocínio lógico e a criatividade. Devemos, desta forma, procurar alternativas para aumentar a motivação para o aprendizado, desenvolver a autoconfiança, a organização, concentração, atenção, raciocínio lógico-dedutivo e o senso cooperativo, desenvolvendo a socialização e aumentando as interações do indivíduo com outras pessoas.

O principal objetivo da roda de leitura em sala de aula é divertir, estimulando a imaginação dos alunos. Mas, junto a este clima de alegria e interesse é que podemos atingir outros objetivos, como educar, instruir, desenvolver a inteligência, usar como ponto de partida para ensinar algum conteúdo programático ou mesmo como um dos instrumentos para tentar entender o que se passa com os alunos no campo pessoal, pois, muitas vezes, durante a história eles expõem seus anseios sem vergonha ou medo, já que incorporam personagens. Isto facilita o aprendizado, já que podemos aproveitar para levar o conteúdo até o cotidiano do aluno, com situações problemas, promover cultura e informação educacional através do estímulo à leitura, visando transformar a tarefa de ensinar em a arte de transmitir novos valores e conhecimentos para os alunos, contribuindo positivamente com seu crescimento e bem-estar.

A leitura para crianças pode ser um poderoso remédio. Feita a escolha certa de acordo com cada faixa etária, atingimos forças poderosas de transformação e superação nos pequenos. Assim, na roda de leitura as diversas formas de narrativa coligadas com os vários roteiros e elementos de apoio, atuarão como antídoto contra distúrbios morais, psicológicos, emotivos e físicos.
Assim como a natureza, não existe história velha ou antiga, pois tudo se transforma à medida que trabalhamos e moldamos os textos. Para isso, precisamos vivenciar a história através de vários tipos de leitura e construção gramatical. Temos que entender o enredo e o que o autor gostaria de passar através daquelas poucas linhas e frases. Imagine os fatos e construa mentalmente as ações dos personagens. Esqueça por um momento a pontuação feita no texto original e busque em cada palavra o sentimento e a euforia, pois desta maneira trabalharemos o texto e enriqueceremos o valor fonético.

É IMPORTANTE DEIXAR A NARRATIVA MAIS PRÓXIMA DE UMA VIVÊNCIA, SEM PERDER A CLAREZA DAS PALAVRAS E OS OBJETIVOS PREDETERMINADOS, LEVARÁ OS ALUNOS A MERGULHAR NO MUNDO IMAGINATIVO DA NARRATIVA.


Durante a roda de leitura somos envolvidos pela oralidade e quanto mais o tom se aproxima da naturalidade mais entramos no mundo da imaginação, assim como contamos algo no decorrer da semana para nossos amigos e familiares, passamos a vivenciar os fatos novamente, paramos em certo ponto, respiramos, somos envolvidos por nossa própria história. Então, as crianças esperam exatamente isto durante a roda de leitura em sala de aula. Elas acreditam que estivemos lá, que de alguma forma presenciamos o que estamos lendo. Por isso, é importante deixar a narrativa mais próxima de uma vivência, sem perder a clareza das palavras e os objetivos predeterminados, levará os alunos a mergulhar no mundo imaginativo da narrativa.

As crianças precisam das palavras, do tom da voz e da reação de outras crianças ao escutar as histórias, pois é assim que vai construir e nutrir sua imaginação e um mundo de sensações.
A roda de leitura em sala de aula só tem valor se existir uma razão de cunho pedagógico. Usar os livros apenas para entreter o aluno é desvalorizar sua importância educacional. Percebemos que a escola se preocupa em difundir a leitura nas salas de aula para formar sujeitos críticos, responsáveis e atuantes na sociedade, mas esquecem que as atividades de leitura devem ser prazerosas, espontâneas. O papel do professor é mediar as escolhas, fazendo com que o aluno opte por uma leitura coerente com sua faixa etária e que traga lições acadêmicas e para a vida. Torna-se imprescindível que o professor compreenda que seu papel é de orientar este processo e que através da roda de leitura ele pode promover um aprendizado de forma a construir sujeitos que questionem e transformem seu pensar e agir.

A leitura está presente em nossas vidas de forma intensa, pois ela está associada as nossas atividades de trabalho, lazer ou mesmo de nossa rotina cotidiana, como fazer compras, escrever uma mensagem no celular, um e-mail ou simplesmente ler um bilhete deixado por um amigo.

FEITA A ESCOLHA CERTA DE LEITURA, DE ACORDO COM CADA FAIXA ETÁRIA, ATINGIMOS FORÇAS PODEROSAS DE TRANSFORMAÇÃO E SUPERAÇÃO NOS PEQUENOS. DESSA FORMA, NÃO EXISTE HISTÓRIA VELHA OU ANTIGA, POIS TUDO SE TRANSFORMA À MEDIDA QUE TRABALHAMOS E MOLDAMOS OS TEXTOS.

O ensino da leitura e da escrita é um dos maiores desafios da escola, porém, para um aprendizado eficaz em sala de aula, devemos tomar cuidado para que ler e ouvir histórias não sejam apresentadas aos alunos apenas como um lazer, mas também como um recurso valioso para a aprendizagem, pois ao longo da leitura a criança terá conhecimento não só do texto, mas de como essas informações podem ser utilizadas no seu cotidiano. É fundamental, para isso, que os professores sejam os elementos de ligação entre os alunos e os livros, pois estes ampliam o potencial imaginativo da criança, tornando-a mais criativa.

Quando o professor abre espaço para discussões após a roda de leitura, dando oportunidade de os alunos darem suas opiniões ou até mesmo mudar o final da história, ele está promovendo a capacidade reflexiva e crítica dos alunos, enriquecendo o vocabulário, a riqueza de ideias, a desinibição, facilitando a comunicação e facilitando a interação social entre alunos e professores.

Fonte: http://www.soescola.com/2016/08/a-importancia-da-roda-de-leitura-em.html



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JOGOS QUE ESTIMULAM O APRENDIZADO.




Caro educador...


Saiba que utilizar os jogos em sala de aula, ajudam muito na estimulação do aprendizado dos alunos... Veja abaixo que interessante essa matéria. Boa leitura!


A infância é uma fase de descobertas, em que aprendemos com bastante rapidez bases essenciais para o desenvolvimento do raciocínio e até mesmo do caráter. Pais e educadores devem estimular a aprendizagem para que as crianças se desenvolvam da melhor maneira possível.

As brincadeiras lúdicas e os jogos educativos ajudam a desenvolver funções importantes como a coordenação motora, a memória, a fala, conscientização do corpo, aumento da percepção, noção espacial e temporal. Tudo depende da questão da idade apropriada, para trazer lazer, diversão e educação.

É dos zero aos seis anos que acontece o período de maior desenvolvimento da criança e, por isso, as experiências vivenciadas nessa fase são fundamentais para que ela desenvolva sua autonomia corporal e maturidade socioemocional.

PARA CADA IDADE UM TIPO DE JOGO OU BRINQUEDO

- 0 a 5 meses: Chocalhos, brinquedos musicais, mordedores, brinquedos de berço, móbiles, livrinhos de pano ou plástico.

- 6 meses a 1 ano: Brinquedos flutuantes (patinhos de borracha que boiam na água),  caixas ou brinquedos que se encaixam uns dentro dos outros, brinquedos para martelar, empilhar e desmontar, espelhos, brinquedos que emitem sons por meio de botões de apertar, girar ou empurrar.

- 1 a 2 anos: Brinquedos de variadas texturas (estimulam os sentidos da visão, da audição e do tato), bonecas de tecido e bichos de pelúcia feitos de materiais atóxicos, livros e álbuns de fotografia com ilustrações dos familiares e objetos conhecidos, brinquedos de empurrar ou puxar, brinquedos de montar e desmontar.

- 2 a 3 anos: Bolas, muitos blocos de brinquedos para empilhá-los e colocá-los dentro de caixas, brinquedos de encaixar e desmontar, brinquedos musicais, carrinhos, bonecas, cavalinho de balanço, brinquedos para praia ou piscina, brinquedos de equilibrar um em cima do outro. Nesta idade deve-se ensinar a criança a organizar e recolher os brinquedos.

- 3 a 4 anos: Carrinho grande de puxar, aviões, trenzinhos, brinquedos infláveis, bolhas de sabão, caixas de areia com pás e cubos, cabaninhas, casas de bonecas, ferramentas de brinquedos, massinha de modelar, objetos domésticos, fantasias, máscaras, fantoches, instrumentos musicais de brinquedo, brinquedos de montar e desmontar mais complicados, blocos de formas e tamanhos variados, jogos e quebra-cabeças simples, lápis de cor e papel para desenhar, livros com diferentes ilustrações e histórias alegres.

- 4 a 6 anos: Esta é a fase do mundo imaginário, sua criatividade está se desenvolvendo. Os brinquedos nesta fase devem auxiliar a criança a entrar no mundo da fantasia, por exemplo: dinheirinho de brinquedo, caixa registradora, casas de boneca com móveis, telefone, cidadezinhas, circos, fazendas com animais, materiais de papelaria, postos de gasolina, meios de transporte (caminhões, automóveis e pistas, motos, aviões, trens elétricos, barcos e tratores) e instrumentos musicais.

- Acima de 6 anos: Jogos de tabuleiro, pipas, carros de corrida, trens elétricos, argila para modelar, pincel, brinquedos de mágica, artigos esportivos, bicicletas, patins, skate, jogos eletrônicos, de memória, videogames, patinetes, futebol de botão, brinquedos colecionáveis, chaveiros, brinquedos eletrônicos, jogos de cartas, kits, pistas de carrinhos, quebra- cabeças.

Fonte: http://congressodepsicopedagogia.com/jogos-que-estimulam-o-aprendizado/


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COMO MANTER A ATENÇÃO DOS ALUNOS EM SALA DE AULA.



Olá, tudo bem?


Você está com dificuldades de manter a atenção do seu aluno em sala de aula? Veja abaixo algumas dicas que irão te ajudar nesse processo... Boa leitura!


O mundo mudou e com ele os alunos. Sabemos que o aluno de hoje não é mais aquele mesmo aluno de antigamente que aceitava tudo que o professor dizia. Hoje o professor tem que ser dinâmico criativo e buscar diversos métodos para conseguir chamar a atenção desse novo aluno.

Então vamos as 5 primeiras dicas do que o professor não deve fazer em sala de aula:

1-  Evite falar vagarosamente ou depressa demais. No primeiro caso, os alunos ficarão rapidamente com sono e no segundo, ficarão ansiosos

2- Não cometa o erro de dar aula sentado na cadeira. Além de não ser ético provocará falta de interesse pela sua aula.

3- Não fique reivindicando sua autoridade. Respeito não se exige, conquista-se.

4- Não grite com seus alunos. Fale com segurança e firmeza.

5- Não fique reclamando das más condições da sala Aprenda a fazer quase tudo com quase nada.

Agora vamos as 5 dicas que o professor deve fazer:

1- Movimente-se pela sala enquanto fala. Enquanto fala vá algumas vezes até o fundo da sala e continue falando de lá. Só fique a frente quando estiver usando o quadro.

2- Utilize frequentemente o silêncio. As pausas são importantes para chamar a atenção do aluno.

3- Não se irrite com as brincadeiras dos alunos e aceite-as, a menos que seja de mau gosto. Use as brincadeiras, sempre que possível, para passar o conteúdo que está dando.

4- Seja sempre cortês e demonstre amizade sincera. Os alunos gostam de chamar o professor de amigo.

5- Mantenha contato visual com seus alunos. Ajuda a mantê-los atentos e ajuda na autoestimas deles.

Essas dicas podem sim ser úteis se o professor se esforçar. Porém, outros detalhes também são importantes, como veremos a seguir:

O professor precisa ser honesto, seguro e ter domínio do assunto;

Os alunos precisam sentir que as aulas interessam a eles, o conteúdo precisa ter um valor prático na vida dos alunos;

Outro detalhe importante é a atitude do professor frente ao ensino. O professor tem demonstrar para os alunos que gosta de estar ali, que ele tem interesse na aula. O bom professor ensina com o coração.

Fonte: http://pedagogiadobrasil.blogspot.com.br/



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A LINGUAGEM E O CÉREBRO: CONFIRA AS PRINCIPAIS ÁREAS ATIVADAS.



Olá professor...


Confira nessa matéria as principais áreas ativadas no cérebro no momento da aprendizagem. Boa leitura!


A linguagem é um fenômeno cognitivo complexo e bastante desenvolvido no cérebro humano. Sem exagero, é possível dizer que praticamente todas as regiões cerebrais estão envolvidas de alguma forma com a linguagem. Isso porque ela se reveste de aspectos emocionais, requer a reativação de várias modalidades de memória, como visuais, auditivas e olfativas e depende da integridade de inúmeras outras funções cerebrais, primitivas e filogeneticamente mais evoluídas.
Quando você fala com alguém, não imagina o grau de refinamento neurológico alcançado ao longo de milhares de anos de evolução. Se pudesse eleger um aspecto do nosso comportamento que realmente nos torna diferentes em relação às outras espécies, certamente diria a linguagem.
American Speech and Hearing Association a define como um complexo e dinâmico sistema de símbolos utilizado de diferentes modos para o pensamento e comunicação. A linguagem pode ser avaliada e entendida segundo os parâmetros fonológico, morfológico, sintático, semântico e pragmático e os fatores biológicos, cognitivos, psicossociais e ambientais. Todos esses aspectos determinam seu aprendizado e uso.
Como disse no início do artigo, a linguagem constitui um claro exemplo de função cerebral superior e seu desenvolvimento sustenta-se em uma estrutura anatômica e funcional determinada geneticamente e no estímulo verbal oferecido pelo meio. Dentro dessa estrutura anatomofuncional, participam diversos sistemas e subsistemas que atuam em série e paralelo. Por isso, avaliar a linguagem significa avaliar a saúde de todo o cérebro.

OS TRÊS SISTEMAS FUNCIONAIS DA LINGUAGEM

Ao avaliá-la, Damasio (1992) considera três sistemas funcionais: o operativo ou instrumental, que corresponde à região perissilviana do hemisfério dominante e onde tem lugar o processamento fonológico; o semântico, que inclui extensas áreas corticais de ambos os hemisférios e governa o significado das palavras, e o de mediação, que engloba áreas frontais, temporais e parietais que rodeiam o sistema operativo e no qual o léxico se organiza de forma modular.

LINGUAGEM E NEUROIMAGEM

Com os avanços recentes dos estudos em neuroimagem, os cientistas puderam criar modelos anatomopatológicos da ativação cerebral durante a função linguística e constatou-se que a localização cerebral das áreas ativadas durante o processo de linguagem, com exceção da prosódia afetiva, está lateralizada preferencialmente para o hemisfério esquerdo, envolvendo áreas corticais e subcorticais.
Em estudos realizados com indivíduos sadios, observou-se que durante a leitura silenciosa de palavras, entram em ativação os hemisférios occipitais direito/esquerdo e o córtex temporal direito. Diferentes áreas temporais esquerdas e a região frontal inferior esquerda são responsáveis pela integração dos processos semântico e fonológico.
Em áreas como o córtex temporal medial esquerdo ocorre o processamento da compreensão linguística e o giro supratemporal esquerdo, córtex motor e pré-motor ipsilaterais, putâmen esquerdo e parte de ambos os hemisférios cerebelares são responsáveis pela realização dos movimentos articulatórios durante a tarefa de repetição de sílabas.
A ativação cerebral relacionada à prosódia emocional ou afetiva (variações na modulação da voz durante o discurso) encontra-se dividida em três etapas:
  1. Lobo temporal direito na obtenção da informação acústica;
  2. Sulco temporal posterossuperior direito na representação das sequências acústicas;
  3. Córtex frontal inferior bilateral e gânglios da base, que representam ordenadamente a avaliação e expressão da prosódia afetiva.
Para concluir, a linguagem na forma expressiva, representada por meio do ato motor de fala, é o resultado de um conjunto de atividades cerebrais responsáveis pela recepção, integração e elaboração das mensagens linguísticas, e o déficit gerado nesta função em decorrência de lesão cerebral determinará um novo nível de funcionamento linguístico, caracterizando o chamado quadro afásico.

Fonte: http://meucerebro.com/a-linguagem-e-o-cerebro-confira-as-principais-areas-ativadas/


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A COMPREENSÃO DA LEITURA OCORRE ANTES MESMO DA ALFABETIZAÇÃO.




Educador...


Você sabia que ler para as crianças é uma forma de incentivo para a compreensão do mesmo? Confira na matéria abaixo mais sobre esse assunto interessante. Boa leitura!


O artigo a seguir mostra que a leitura de livros infantis tem um impacto significativo na Primeira Infância, mesmo que as crianças não consigam se lembrar das histórias que escutaram enquanto bebês. Segundo o texto, o cérebro infantil terá sido impactado positivamente por aquelas experiências e guardará recordações da leitura por toda a sua vida escolar. Essas recordações virão em forma de um vocabulário mais amplo e uma maior facilidade para compreender a leitura a partir da sua alfabetização.
Em entrevista, Roger Beard, pesquisador e professor da Universidade de Londres, conta que mesmo quando as crianças não conseguem ler, elas podem acompanhar histórias lidas ou contadas por um professor ou pelos pais. Desde cedo é possível promover a compreensão de leitura, incentivando a previsão e a antecipação de fatos, de modo que a criança entenda para além das palavras, compreendendo os significados subjacentes, diz o especialista.
Imagine um bebê cujos pais, cuidadores e educadores leem para e com ele todos os dias. Por volta dos seis anos, ao ingressar na escola formal, ele pouco se lembrará dos livros que ouviu quando pequeno. Isso pode nos levar a crer que todos as histórias da sua Primeira Infância tenham sido perda de tempo. Mas a verdade é que seu cérebro terá sido impactado positivamente por aquelas experiências e guardará recordações por toda a sua vida escolar.
Essas recordações virão em forma de um vocabulário mais amplo e uma maior facilidade para compreender a leitura a partir da sua alfabetização. De acordo com Roger Beard, pesquisador e professor da Universidade de Londres, mesmo quando as crianças não conseguem ler, elas podem acompanhar histórias lidas ou contadas por um professor ou pelos pais. Desde cedo é possível promover a compreensão de leitura, incentivando a previsão e a antecipação de fatos, de modo que a criança entenda para além das palavras, compreendendo os significados subjacentes, diz o especialista.
Beard virá ao Brasil em agosto a convite do Instituto Alfa e Beto para o VIII Seminário Internacional, que se realizará entre os dias 13 e 14 no Rio de Janeiro. Entre outros temas, Beard abordará o ensino da compreensão da leitura, da gramática e da escrita. Nós conversamos com ele a respeito dos temas que serão tratados no Seminário e o resultado dessa entrevista está sendo publicado em partes neste espaço.

Existem estratégias ou técnicas comprovadas para ensinar compreensão de leitura? Há alguma que seja ineficaz?

Sim, existem práticas de ensinar compreensão de leitura que são comprovadamente eficazes e há, também, práticas ineficientes. De acordo com as pesquisas mais recentes, as prática mais ineficientes são aquelas que se resumem em exercícios tradicionais de compreensão, nos quais as crianças recebem um texto e apenas respondem a questões após a leitura. Há estudos que mostram como é possível responder a uma questão sem entender exatamente do que se trata, transformando a pergunta em uma espécie de afirmação.
As estratégias mais eficientes de incentivar a compreensão são aquelas que se preocupam em auxiliar as crianças a criar módulos mentais do texto em suas cabeças. Isso remete a uma pesquisa que está sendo realizada no Reino Unido pela professora Jane Oakhill, docente de Psicologia Experimental da Universidade de Sussex, com a qual eu tenho colaborado em muitos artigos e livros. Ela vem realizando estudos para identificar as dificuldades de compreensão de leitura das crianças e identificou três principais áreas de dificuldade.

Que dificuldade são essas?

A primeira dificuldade é que as crianças nem sempre entendem como é que, na verdade, uma sentença se vincula com as demais. Isso acontece, por exemplo, quando o principal sujeito da frase é substituído, em um segundo período, por um pronome ou por outra alternativa, como um sinônimo ou um tipo de substantivo que se refira a mesma pessoa, mas que as crianças não compreendem totalmente.
Este tipo de ligação entre sentenças é um tipo de dificuldade que elas têm. Dar atenção para ajudar as crianças a compreender como as sentenças são ligadas entre si facilita a simples compreensão do texto.
A segunda dificuldade que ela investiga mostra que as crianças não entendem como o texto está colocado em uma cronologia que respeita uma ordem de parágrafos conectados em si. Essas habilidades de inferência são essenciais para o processo, porque muitos autores deixam conexões textuais implícitas no texto, mecanismo que ajuda evitar excesso de repetições e tédio.
E a terceira dificuldade identificada por Oakhill é que as crianças também não compreendem a estrutura de um texto e assim não identificam se aquele é um texto argumentativo, expositivo, persuasivo etc. Elas veem as palavras e são capazes de saber o que dizem, mas, de algum modo, não são capazes de elaborar módulos mentais do texto.

Como o professor deve trabalhar para sanar essas dificuldades detectadas?

Estratégias que auxiliam as crianças a resumir um texto, bem como qualquer atividade que tenha como alvo a capacidade de resumir o texto, são susceptíveis de ajudar as crianças a irem além das palavras e dos significados nas entrelinhas. Um trabalho que pode ser realizado é pedir a turma para resumir o texto lido.
É importante que as crianças aprendam a se auto monitorar com relação à compreensão da leitura. O auto treinamento da compreensão ajuda a compreender o sentido do texto. Isso pode ser feito por meio de diagramas, uma lista ou outro tipo de representação resumida do texto, a fim de monitorar o que eles sabem e o que eles não sabem.
Estamos falando, em geral, de crianças com idade entre 8 e 9 anos, fase em que elas estão ficando mais fluentes, mas ainda com dificuldades de compreensão.

Sabe-se que a leitura desde o berço traz inúmeros benefícios para o desenvolvimento da linguagem. Que impacto a leitura antes mesmo da alfabetização ? feita pelos adultos para e com as crianças ? tem na compreensão futura da leitura e como isso pode ser trabalhado?

Desde o início da leitura, e mesmo quando as crianças não conseguem ler, elas podem acompanhar histórias lidas ou contadas por um professor ou pelos pais. Desde cedo é possível promover a compreensão de leitura, incentivando a previsão e a antecipação de fatos, de modo que a criança entenda para além das palavras, compreendendo os significados subjacentes. Existe um velho clichê que diz que a leitura deve ser feita nas linhas, nas entrelinhas e além das linhas. É um lembrete simples, mas bastante útil.


Fonte: http://www.radardaprimeirainfancia.org.br/compreensao-da-leitura-ocorre-antes-mesmo-da-alfabetizacao/#.VdSsqq_jCYc.facebook



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18 FORMAS DE LIDAR COM O TDAH


Olá professor...

Conheça abaixo 18 formas para lidar com os alunos que possuam TDAH... Boa leitura!


1. Reduzir os atrasos de tempo e comunicar o tempo.

Se possível, reduzir ao mínimo os tempos de espera. Usar timers, relógios, controladores de tempo ou outros dispositivos que mostrem o tempo como algo físico quando houver limites de tempo para a realização de tarefas.

2. Comunicar informações importantes.

Colocar lembretes, dicas, sugestões e outras informações-chave em pontos críticos do local para lembrar à criança ou ao adolescente o que deve ser feito.

3. Comunicar a motivação (pensar vencer/vencer).

Usar sistemas de símbolos, programas de recompensa, privilégios ou outros reforçadores para ajudar a motivar a criança ou o adolescente com TDAH.

4. Comunicar a resolução do problema.

Tentar reduzir os problemas mentais a problemas físicos ou tarefas manuais, em que as peças do problema podem ser manualmente manipuladas para se encontrar soluções ou criar novas ideias.

5. Usar o retorno imediato.

Agir rapidamente após um comportamento para proporcionar imediato retorno positivo ou negativo.

6. Aumentar a frequência das consequências.

Proporcionar mais retorno e conseqüências para o comportamento com mais frequência do que é necessário para uma criança ou adolescente que não tenha TDAH.

7. Aumentar a responsabilidade em relação aos outros.

Fazer a criança ou o adolescente ser explicitamente responsável por alguém várias vezes durante o dia (ou durante a tarefa ou o local) quando coisas precisarem ser feitas.

8. Usar recompensas mais visíveis e artificiais.

As crianças e os adolescentes com TDAH necessitam de incentivos mais fortes para motivá-los a fazer o que os outros fazem com pouca motivação externa por parte de outras pessoas.

9. Mudar periodicamente as recompensas.

As pessoas TDAH parecem se entediar mais facilmente com algumas recompensas; por isto, periodicamente, você pode precisar encontrar novas para manter o programa interessante.

10. Tocar mais, falar menos.

Quando você precisar dar uma instrução, aprovação ou reprimida:
Vá até a criança ou o adolescente.
Toque-o (com afetividade) na mão, no braço ou no ombro.
Olhe-o nos olhos.
Declare brevemente (!) o que quer lhe comunicar.
Depois encoraje a criança ou o adolescente a repetir o que você acabou de dizer.


11. Agir, não falar demais.

Proporcione consequências mais imediatas para lidar com o bom e o mau comportamento, em vez de ficar falando sem parar no assunto, resmungando ou fazendo longos discursos moralizadores sobre o problema.

12. Negociar, em vez de impor.

Seguir estes seis passos para uma negociação efetiva do problema.
Defina o problema: escreva-o e mantenha os membros da família informados da tarefa.
Gere uma lista de todas as possíveis soluções. Não são permitidas críticas neste estágio.
Depois que todas as soluções tiverem sido listadas, deixe cada pessoa criticar brevemente cada possibilidade.
Escolha a opção mais agradável.
Torne este um contrato de comportamento (todos os membros da família devem assiná-lo).
Estabeleça penalidades por quebra do contrato.


13. Conservar seu senso de humor.

Descubra o humor, a ironia, a frivolidade ou as coisas cômicas que acontecem na vida diária com as crianças ou os adolescentes e ria com seu filho sobre tais coisas.

14. Usar as recompensas antes da punição

Você quer mudar um comportamento problemático?
Identifique o comportamento positivo ou pró-social que você quer para substituir o comportamento problemático.
Recompense generosamente (elogie, aprove) o novo comportamento toda vez que o observar.
Após uma semana fazendo isto, use uma punição leve (uma saída, a perda de um símbolo ou privilégio) quando o comportamento problemático alternativo ocorrer.


15. Antecipar os ambientes problemáticos (especialmente para crianças pequenas) e fazer um plano de transição:

Antes de iniciar uma nova atividade ou tarefa ou antes de entrar em um lugar novo, pare!
Reveja duas ou três regras que a criança precisa obedecer.
Faça a criança repetir essas regras.
Estabeleça um incentivo ou recompensa.
Estabeleça a punição que será usada.
Dê à criança algo ativo para fazer na tarefa ou no novo local.
Comece a tarefa (ou entre no novo local) e então siga seu plano.
Recompense durante toda a tarefa ou atividade.


16. Mantenha um senso de prioridades.

Segundo um dito popular, Não se desgaste por pouco. Grande parte do que pedimos às crianças ou aos adolescentes fazerem são coisas pouco importantes e tediosas no esquema maior de seu desenvolvimento.
Concentre seus esforços nas atividades ou tarefas importantes que mais importam a longo prazo (escola, relação com os pares, etc.), e não nas tarefas menores, menos importantes (limpar, catar coisas, etc.) que pouco contribuem para o desenvolvimento a longo prazo.


17. Mantenha uma perspectiva do sintoma.

O TDAH é um transtorno neurogenético; seu filho não escolheu ser assim.

18. Pratique o perdão (de seu filho ou de você mesmo ou dos outros que possam interpretar mal o comportamento de seu filho).


Fonte: http://pedagogiadobrasil.blogspot.com.br/


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