UMA SOLUÇÃO PARA AQUELE SEU ALUNO COM DIFICULDADE NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA




Olá professor,


JÁ PENSOU COMO ENSINAR MATEMÁTICA COM O AUXÍLIO DOS JOGOS LÚDICOS?


Como já sabemos algumas crianças demostram dificuldades de aprendizagem na matemática.

Isso porque o raciocínio logico é muito imaturo, e para auxiliar nossos pequenos neste processo podemos inovar. Trabalhar de maneira mais lúdica, chamar a atenção para objetos e cores, e porque não usar os jogos!

Ao inserir jogos na matemática estaremos auxiliando nossos pequenos no reconhecimento de números/quantidades e que trabalham a atenção, associação, sequência, concentração e raciocínio lógico.

Veja neste artigo alguns jogos que auxiliarão você neste processo lúdico e inovador!

Boa leitura!

CINCO ATIVIDADES LÚDICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM NA MATEMÁTICA

1 – JOGOS DA TAMPINHA
REGRAS DO JOGO: resolver a operação descrita na tampa e achar o resultado no grão de uva.







2 – JOGOS DAS BOLINHAS
REGRAS DO JOGO: resolver a operação descrita com as bolinhas coloridas dentro do arco.



3 – JOGOS DAS BOLINHAS DE GUDE
REGRAS DO JOGO: resolver a operação descrita no caderno com a atividade lúdica das bolinhas de gude.




4 – JOGOS DAS FLORES
REGRAS DO JOGO: preencher as pétalas das flores com algarismos que resolva a operação com valor descrito no miolo das flores.




5– JOGOS DOS COPOS
REGRAS DO JOGO: posicionar os copos com o resultado da equação correta.





       
Gostou dessas dicas? Temos essas e muitas outras atividades práticas e lúdicas em nosso curso de JOGOS MATEMÁTICOS.
Este curso irá auxiliar você em todo processo de desenvolvimento lúdico, desde atividades práticas, jogos para você mesmo criar e desenvolver em sala de aula com seu aluno, material dourado e entender mais sobre este transtornos de dificuldade na aprendizagem da matemática.
Trabalhar jogos na matemática desde a primeira infância é dar recursos para seu aluno a desenvolver de maneira criativa e aguçar a imaginação.




COMO ESTIMULAR AS HABILIDADES DAS CRIANÇAS ATRAVÉS DOS MOVIMENTOS?



Olá professor, tudo bem?

Como você já sabe, a educação infantil abrange o ensino de crianças de zero até seis anos e uma das habilidades que devem ser desenvolvidas durante essa fase é coordenação motora.

A criança responde aos estímulos de várias formas e cabe ao professor, nas primeiras séries, trabalhar a motricidade da criança.

Uma série de atividades bem elaboradas além de desenvolverem nas crianças habilidades motoras, proporciona a aceitação, a participação e a evolução da criança no ambiente escolar.

Veja neste artigo abaixo algumas atividades que vão estimular e desenvolver a coordenação motora fina dos nossos pequeninos!

Boa leitura e aproveite as dicas!

CINCO BRINCADEIRAS SIMPLES PARA DESENVOLVER A COORDENAÇÃO MOTORA FINA DAS CRIANÇAS:

1)      MOSTRAR O OBJETO, FECHAR OS OLHOS, DAR UM OBJETO DIFERENTE PARA RECONHECER E DEPOIS ENTREGAR O CERTO.


2)      COPIAR MODELOS DE FORMAS SIMPLES:

3)      TRANÇAR CADARÇOS E PASSAR EM PEQUENOS BURACOS:


4) ESCONDER OBJETOS EM MASSINHAS DE MODELAR E DEPOIS ACHAR COM OS DEDOS EM MOVIMENTO DE PINÇA:

8) USAR OS DEDOS PARA FAZER FIGURAS COM TINTA. E ORGANIZAR O DESENHO POR ESCALA DE CORES:

FONTE DE INSPIRAÇÃO: Aventuras Maternas 

Gostou dessas dicas? Temos essas e muitas outras atividades práticas e lúdicas em nosso curso de PSICOMOTRICIDADE.
Este curso irá auxiliar você em todo processo de desenvolvimento psicomotor, desde 0 anos até 8 anos de idade.
Trabalhar a Psicomotricidade na primeira infância é dar sentido à vida, estimular sentidos e aguçar a imaginação.



DICAS DE ATIVIDADES PARA O DIA DO TRABALHO!




Para quem trabalha com educação infantil sabe a importância de desenvolver trabalhos que ajudem na formação do aluno. Por isso o dia 1º de maio deve fazer parte do calendário, e atividades para o dia do trabalho devem ser programadas, a fim de mostrar as crianças a importância desse dia e do reconhecimento das profissões. Se você não sabe como e quais atividades aplicar nesse dia, separamos dicas e sugestões para os educadores.





Para as crianças já alfabetizadas, essa atividade é importante para mostrar diferentes profissões existentes e treinar a criança na formação das palavras.





Nessa atividade o aluno já alfabetizado deve preencher as profissões de acordo com as informações que leu. A atividade é uma maneira de fazer com que o aluno valorize diferentes profissões.






Para os alunos em início de alfabetização, mas que já sabem ler esse exercício é ideal, já que o aluno deve relacionar as figuras com as palavras e ligar o desenho a profissão certa. Além de desenvolver a leitura, a atividade ainda é capaz de desenvolver a associação.

Exposição das atividades


Para desenvolver uma atividade com os alunos para o dia do trabalho, leve revistas para que os pequenos possam identificar imagens de pessoas trabalhando. Depois de recortarem e colarem em cartazes que podem ser expostos, peça aos alunos que eles expliquem em cada imagem o que a pessoa está fazendo, e depois o educador pode falar o nome da profissão e explicar mais sobre a atividade exercida.






Atividade para explicar o que é o dia do trabalho




O texto acima pode servir de base para o educador explicar a data. Após a leitura, converse com os alunos e explique sobre a importância da data e porque é preciso ter menos horas de trabalho e ser mais valorizado no trabalho. Explique também a importância dos movimentos sociais para a conquista de muitos benefícios que hoje desfrutamos. Para encerrar a atividade proponha que os alunos façam desenhos relacionados com o dia do trabalho.

Mais atividades para o dia do trabalho Selecionamos mais algumas atividades que podem ser desenvolvidas para o feriado de 1º de maio, de modo a acrescentar no desenvolvimento das crianças.
Veja na íntegra : https://soloinfantil.com/educacao/atividades-para-o-dia-do-trabalho/

ATIVIDADES LÚDICAS QUE AUXILIAM NO DESENVOLVIIMENTO DOS PEQUENINOS


Olá pais e professores, tudo bem?

Acredite, brincar fortalece o sistema imunológico, estimula a criatividade e melhora a coordenação motora dos pequenos.

Estimular os movimentos dos pequenos é fundamental na primeira infância, e isso chama-se Coordenação Motora e uma delas é a Coordenação Motora Ampla.

O que é isso?

É o trabalho que vai apurar os movimentos dos membros superiores (braços, ombros, pescoço e cabeça) e inferiores (pernas, pés, quadris).
As atividades envolvidas nesta prática dizem respeito à organização geral do ritmo, ao desenvolvimento e às percepções gerais da criança. 
Diversos estudos têm mostrado que correr, pular, sentar no chão, desenhar e montar castelinhos, por exemplo, são atividades que contribuem não só para fortalecer os vínculos familiares, mas também para garantir um desenvolvimento saudável.
Abaixo iremos compartilhar algumas dicas de atividades que você pais poderão fazer e aproveitar o feriado com seu pequeno, e você professor, poderá planejar uma bom e animado plano de aula para seus alunos.

Bom feriado e aproveitem as dicas!

ATIVIDADES LÚDICAS QUE AUXILIAM NA PSICOMOTRICIDADE:

A Coordenação motora é a capacidade de coordenação de movimentos decorrente da integração entre comando central (cérebro) e unidades motoras dos músculos e articulações.

De acordo com Lopes et.al. (2003), o conceito de coordenação motora é abordado em diferentes âmbitos, contextos e áreas científicas (controle motor, aprendizagem motora, desenvolvimento motor, biomecânica, fisiologia). Assim, a coordenação motora pode ser analisada segundo três pontos de vista:

a) Biomecânico, dizendo respeito à ordenação dos impulsos de força numa ação motora e a ordenação de acontecimentos em relação a dois ou mais eixos perpendiculares;
b) Fisiológico, relacionando as leis que regulam os processos de contração muscular;
c) Pedagógico, relativo à ligação ordenada das fases de um movimento ou ações parciais e a aprendizagem de novas habilidades.

Coordenação motora ampla: é o trabalho que vai apurar os movimentos dos membros superiores (braços, ombros, pescoço e cabeça) e inferiores (pernas, pés, quadris). As atividades envolvidas nesta prática dizem respeito à organização geral do ritmo, ao desenvolvimento e às percepções gerais da criança.

Atividades:

1) Cobrinha:
Coordenação motora ampla:
Formação: coluna.
Material: corda.
Desenvolvimento: o professor deverá fazer cobrinha com a corda, o deverá saltar sem tocar na corda.
Variação: dois segurando a corda fazendo um leve balanceio de um lado para o outro.

2) Lançar:
Coordenação motora ampla:
Formação: individual.
Material: bola.
Desenvolvimento: deslocando, lançar a bola para cima e segurar.

 3) Bola por baixo:
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: em pé – coluna.
Desenvolvimento: Idem a anterior, porém a bola é passada por debaixo das pernas.
Variação: quando a bola chegar ao último este deverá passar por debaixo das pernas dos colegas, carregando consigo a bola. Continuando assim a atividade. Vence a atividade quando o primeiro aluno da equipe que começou ocupar a sua primeira posição.

4) Jogar bolas de ar (bexiga, balão) para o alto e não deixá-las tocar o chão;


Coordenação motora fina: diz respeito aos trabalhos mais finos, aqueles que podem ser executados com o auxílio das mãos e dedos, especificamente aqueles com grande importância entre mãos e olhos. O bom desenvolvimento da coordenação fina garantirá um bom traço de letra e será observado quando, por exemplo, a criança pega água em um copo plástico sem derramar ou equilibrando a força necessária para colorir desenhos nas mais diferentes texturas e superfícies.


FONTE NA ÍNTEGRA: Portal Educação 

Professor, tenha acesso a essas e outras atividades práticas que vão auxiliar você neste processo de desenvolvimento motor. Além de estimular a criatividade com atividades saudáveis!


Acesse CONHEÇA PSICOMOTRICIDADE 

VOCÊ É O AUTOR FUNDAMENTAL!



Olá professor, tudo bem?

Com o decorrer do ano letivo chegam também as preocupações com desenvolvimento escolar dos seus alunos.

Dentre dessas dificuldades está o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), os alunos com TDAH enfrentam dificuldades de concentração, inquietude e impulsividade, o que impacta negativamente no seu desempenho na escola.

Você sabe que o TDAH não é desculpa para um desempenho escolar ruim, pois ele é tratável e você é peça fundamental para identificação do problema em seus alunos.

Neste artigo abaixo cujo título é  TDAH não é desculpa para um desempenho escolar ruim  você terá conhecimento sobre o seu importante papel nesta jornada.

Boa leitura!


TDAH NÃO É DESCULPA PARA UM DESEMPENHO ESCOLAR RUIM

 Meu filho tira notas baixas por que tem TDAH. Vamos agendar algumas aulas particulares para ajudá-lo? Eu ouço essa frase diariamente. A questão é muito séria e os pais precisam aprofundar os debates sobre o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), popularmente chamado de DDA. É preciso entender que a frase acima pode ter efeitos colaterais para o futuro do seu filho.

A premissa é perigosa: alguns pais consideram que uma criança (ou adolescente) com laudo de TDAH automaticamente terá mal desempenho escolar. Esta presunção é equivocada, é mais uma forma de tirar a responsabilidade das costas do sujeito ativo do processo de aprendizagem (o estudante). Nenhum pai diz, mas muitos pensam: Meu filho não tem culpa pelas notas baixas, afinal, ele tem um transtorno de atenção. Não é bem assim.

A autora inglesa Pamela Druckerman explicou em seu livro Bringing Up Bébé (publicado no Brasil sob o título Crianças Francesas Não Fazem Manha )os motivos pelos quais os alunos matriculados em Paris apresentam índices de TDAH muito abaixo do que crianças que vão ao colégio em Washington D.C.


Druckerman vai no ponto, ela mostra que os médicos franceses buscam avaliar o problema subjacente que está causando o sofrimento da criança e não apenas o cérebro dela. Avaliam o contexto social daquela criança/adolescente. Os psiquiatras, então, optam por tratar a questão com psicoterapia ou aconselhamento familiar.
Entender o conceito do transtorno de aprendizagem é fundamental para compreendermos suas implicações no dia a dia do aluno, no que podemos exigir dele e, sobretudo, no que podemos esperar dele.

Um alerta: não é porque uma criança é agitada ou não presta atenção nas coisas que ela tem TDAH. É preciso que se faça um diagnóstico profissional, multidisciplinar. Os pais precisam seguir um caminho longo para ter um diagnóstico seguro.
O que é, afinal, o TDAH? Costumo usar o seguinte conceito: é uma síndrome (conjunto de sintomas) caracterizada por distração, agitação/hiperatividade, impulsividade, esquecimento, desorganização, adiamento crônico (entre outras características) em intensidade alta, que, consequentemente, comprometem o rendimento escolar e/ou social de uma criança/adolescente.

Em entrevista à jornalista Marília Gabriela, o neuropediatra Paulo Mattos, autor do livro No Mundo da Lua, resumiu a questão: São crianças que apresentam um exagero na inquietude, na desatenção e na impulsividade. Notem: ele usa a palavra exagero.


Aprofundemos, o TDAH apresenta uma disfunção em áreas do córtex cerebral, conhecido como lobo pré-frontal. Quando seu funcionamento está comprometido, ocorrem dificuldades com concentração, memória, hiperatividade e impulsividade, originando os principais sintomas do transtorno.

Normalmente, em atividades como estudo, leitura ou outras que exijam concentração, o cérebro aumenta os níveis de ativação, justamente para dar conta destas atividades. Nos casos típicos de TDAH, a característica psicofisiológica mais comum é a hipofunção/hipoativação do córtex pré-frontal. Trocando em miúdos, uma quantidade significativa de neurônios pulsa mais devagar do que o esperado, especialmente quando as circunstâncias exigem maior esforço mental e, portanto, maior ativação.

Em paralelo à questão neurológica, o TDAH tem fortes componentes comportamentais. Nossa maneira de ser – tanto o funcionamento do cérebro quanto a personalidade, hábitos e preferências – é resultado de uma interação entre nossa carga genética e todas as experiências pelas quais passamos.

O cérebro se desenvolve a partir destas interações, de toda a estimulação que recebe e das aprendizagens que dela decorrem. Podemos dizer, sem sombra de dúvida, que o cérebro se constrói e se reconstrói ao longo da vida. A isto a ciência dá o nome de neuroplasticidade. Por isso, depende dos nossos estímulos agravarmos ou controlarmos os sintomas do TDAH.

É fundamental que os pais entendam o diagnóstico do transtorno como uma característica a mais do filho, que a criança/adolescente terá de se esforçar mais, mas que não tratem o mau desempenho do estudante como algo inerente e automático.
A neuropsicóloga Suzana Myrian Gonçalves explica que muito da melhoria do desempenho escolar das crianças depende da adaptação da família. Os pais precisam mudar a rotina quando têm uma criança com laudo de TDAH. Se a família for disfuncional, as dificuldades do filho se agravam. Por outro lado, se os pais são atenciosos, têm tempo de estudar com a criança, conseguem sentar e comer com ela, a melhoria do desempenho aparece. Às vezes, os sintomas até são dissolvidos por esta rotina funcional, ensina.

Estes pais cobram dos seus filhos, oferecem a eles uma rotina em casa que favoreça os estudos, estabelecem combinados e têm a consciência de que eles podem obter um excelente desempenho escolar. Vão suar mais? Vão. Mas é impossível? Longe disso!

Aprofundar os estudos sobre o TDAH é fundamental não apenas para o desempenho escolar do seu filho hoje. É fundamental para o desempenho social e profissional do seu filho por toda a vida.

FONTE NA ÍNTEGRA: Metropoles  



Professor, convidamos você a conhecer nosso curso PSICOFARMACOLOGIA NA EDUCAÇÃO , ele estará amparando você com mais conteúdo, informações, dicas e intervenções! Tudo de forma prática para trabalhar em sala de aula. 

SUGESTÕES DE ATIVIDADES E TÉCNICAS PARA O TRABALHO COM CRIANÇAS AUTISTAS.

Hoje vamos compartilhar com vocês um material muito interessante para se trabalhar com as crianças Autistas... São várias atividades que vão ajudar no desenvolvimento da criança em sala de aula ou até mesmo em casa. Aproveite as dicas!!!


Jogos de Memória


Labirintos


Montagens


PECS


Pintando com os dedinhos





Fonte: Só Escola

VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU: COMO NOSSAS CRIANÇAS PERCEBEM O MUNDO?




Olá professor, tudo bem?

Sabemos que desde a primeira infância as crianças têm a necessidade de tocar, cheirar, experimentar, isso ocorre porque o cérebro tem a oportunidade de acionar diferentes canais para a entrada de conhecimento, contemplando todos os estilos de aprendizagem.

Estimular as habilidades sensoriais das crianças explorando os cinco sentidos não é difícil!

Pronto para estimular os pequeninos? Boa leitura!

ATIVIDADES SENSORIAIS: NA EDUCAÇÃO INFANTIL, EXPERIMENTAR É APRENDER

Ensinar e aprender explorando os cinco sentidos não é difícil. Ensinar alguma coisa está, na grande maioria das vezes, ligado à estimulação dos sistemas visuais e auditivos, já que nós somos seres muito audiovisuais.

Não é difícil, mas é raro encontrar atividades que estimulem os sentidos. Este fato pode ser justificado historicamente, pelas teorias tradicionais de educação que colocam o professor numa posição de eterno orador e, o aluno, de eterno ouvinte. Papéis que, ao longo da evolução das práticas educativas, foram se modificando, mas que ainda permanecem enraizadas em certas posturas sem nos darmos conta disso.

Jogos, brincadeiras e outras atividades sensoriais estimulam a inteligência, ajudam na criatividade e permitem que os alunos aprendam mais e melhor. Isso ocorre, pois, o cérebro tem a oportunidade de acionar diferentes canais para a entrada de conhecimento, contemplando todos os estilos de aprendizagem.

Os sentidos já são desenvolvidos desde a vida intrauterina. O mundo que nos cerca é cheio de informações que chegam até nós através do tato, olfato, visão, audição, gustação, movimentos e posições do corpo.

Fazer uso de todos os sentidos - tato, olfato, paladar, etc. - garante um aprendizado mais completo e duradouro.

Fazer uso de todos os sentidos – tato, olfato, paladar, etc. – garante um aprendizado mais completo e duradouro.

QUAIS OS SISTEMAS SENSORIAIS QUE DEVEM SER OBSERVADOS?

Sistema táctil: é o responsável por tudo aquilo que está em contato com a pele. Exemplo: toque (reconhecer um objeto no escuro), preensão, temperatura (sensação de quente e frio), textura (áspero e macio);

Sistema auditivo: habilidade de reconhecer sons, discriminar, transformar e reagir a sons;

Sistema oral/gustativo: é o paladar e tudo que é relativo aos estímulos dentro da boca. Exemplo: experimentar sabores doces, salgados, ácidos, azedos ou experimentar alimentos de diferentes consistências;

Sistema olfativo: é o cheiro, processamento e discriminação de odores;

Sistema visual: todas as habilidades relativas à visão;

Sistema vestibular: localizado no ouvido, está relacionado ao movimento e equilíbrio, além de coordenar movimentos, como a conexão entre olho e mão e os dois lados do corpo (coordenação bilateral);

Sistema proprioceptivo: relacionado à posição do nosso corpo no espaço, a noções de peso, pressão, alongamento e mudança de posição. É o corpo como um todo, tanto em situações estáticas quanto em situações dinâmicas. É devido a este sistema que conseguimos, por exemplo, escrever sem termos que olhar para cada movimento da nossa mão.

Assim, quando tudo está a funcionar bem, o nosso cérebro organiza as informações recebidas do ambiente através do corpo para reproduzir uma resposta adequada a cada estímulo. A este processo, dá-se o nome de integração sensorial.

Cada pessoa tem uma preferência sensorial (sentidos mais desenvolvidos do que outros), entretanto, é válido oferecer diferentes oportunidades para que os alunos vivenciem os vários sistemas sensoriais e tenha experiências para aprender com todos eles. Que tal olharmos de maneira diferente para os materiais e objetos do dia a dia e proporcionarmos novas oportunidades de aprendizagem para os nossos alunos?

Cada criança terá uma preferência sensorial, ou sentidos que se desenvolvem mais e mais rapidamente que os outros. Cabe ao professor identificá-los e explorar suas possibilidades de aprendizado.

Cada criança terá uma preferência sensorial, ou sentidos que se desenvolvem mais e mais rapidamente que os outros. Cabe ao professor identificá-los e explorar suas possibilidades de aprendizado.

QUAIS ATIVIDADES ESTIMULAS OS SENTIDOS?

Movimentos, texturas, aromas, sabores, são informações que podem ser muito bem integradas ao que ouvimos e vemos, para enriquecermos ainda mais a capacidade de discriminação e aprendizagem do cérebro. Veja algumas sugestões:

Modifique o ambiente! Coloque música, altere a luminosidade, use lanternas para contar uma história;

Manipule diferentes texturas. Utilize bacias para colocar materiais como areia, pedras, gel de cabelo, creme corporal, farinha, grãos, etc. Incentive a criança a brincar. Uma possibilidade é usar essas texturas para criar cenários e objetos que se relacionem com os conteúdos trabalhados em classe, como animais, meios de transporte, entre outros. Ainda pode ser sugerida uma escavação para encontrar letras dentro das bacias e, com elas, formar palavras, ou fazer uma caça às texturas no pátio, buscando elementos da natureza;

Livros com figuras grandes são boas opções. Há livros interativos, com fantoches, texturas ou figuras adesivas para complementar a leitura;

Traga papéis de cores e espessuras diferentes, assim como materiais variados para a pintura. Use misturas de cores, tintas caseiras ou comestíveis. Descubra mais atividades de artes criativas aqui;

Massinha de modelar tem diversas possibilidades. Você pode convidar as crianças a criar animais e objetos, ou usá-la para contornar letras e números;

Grave sons da natureza, de animais e da própria criança falando e reserve um momento para a escuta;

Exercite a escuta com tranquilidade e atenção. Pedir para a turma identificar os sons da natureza pode ser parte de uma atividade.

Exercite a escuta com tranquilidade e atenção. Pedir para a turma identificar os sons da natureza pode ser parte de uma atividade.

Faça caixas sensoriais ou caixas de surpresa: dentro de uma caixa, coloque objetos relacionados a qualquer tema (sólidos geométricos, materiais escolares, brinquedos que remetam a animais ou meios de transporte, etc.) para que as crianças adivinhem o que são apenas com o tato;

Explore garrafas sensoriais – veja como fazer uma clicando aqui;

Estenda plástico bolha no chão para que as crianças engatinhem ou caminhem sobre ele, estimulando a coordenação motora;

Integre novas tecnologias, como tablets, iPads e videogames (como o Kinect, por exemplo). Esses recursos podem ser utilizados em espaços educativos já que, além de trazerem jogos visuais e auditivos, relacionam o movimento do corpo com comandos para as atividades, o que é bastante positivo;

Use a criatividade: vão aprender sobre animais marinhos? Use cubos de gelo, gelo colorido ou raspado. Em cada temática, pense em como incluir experiências práticas e que alimentem todos os sentidos das crianças.

Perceba como as crianças reagem às explorações dos sentidos – caso alguma delas apresente desconforto ou medo, ofereça alternativas que a deixem mais segura ou procure ajuda de um profissional de saúde.

O QUE FAZER CASO A CRIANÇA APRESENTE UM DÉFICIT DE APRENDIZADO?

Contudo, há pessoas que possuem déficits nos sistemas sensoriais. Estes problemas podem causar inúmeras complicações no processo de aprendizagem, que vão da falta de atenção e concentração até a baixa confiança em si mesmo. Fique atento se o seu aluno apresentar:

·         Hipersensibilidade a movimentos, sons, odores e ambientes diferentes;

·         Hipersensibilidade ao manipular materiais como cola, areia, tinta ou até mesmo comida, utilizando sempre a ponta dos dedos;

·         Medo ao realizar experiências que envolvam os sistemas sensoriais já citados;
·         Medo de altura e falta de equilíbrio;

·         Coordenação motora empobrecida: dificuldade em correr ou pular, problemas com a escrita e com a preensão do lápis;

·         Problemas com situações de desafio.

Para amenizar estas dificuldades, o professor pode verificar se a quantidade de estímulos trabalhados não está em demasia, já que muita informação sensorial ao mesmo tempo pode estressar e até desorganizar a aprendizagem da criança. Outro ponto importante é não forçar a realização de uma atividade na qual o aluno demonstra medo ou outra reação incomum. Permita que ele escolha os materiais que o deixam mais seguro, sendo sempre bastante acolhedor.

Caso perceba que essas situações ocorrem com muita frequência é necessário buscar uma equipe multidisciplinar para a realização de um diagnóstico preciso.


FONTE: Na Escola  


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