VOCÊ SABE COMO A PSICOMOTRICIDADE PODE AJUDAR NA EDUCAÇÃO ESPECIAL?




Olá professor,

Você sabe como a Psicomotricidade pode ajudar na Educação Especial?

A ligação entre psicomotricidade e educação especial pode ser muito importante para auxiliar o desenvolvimento de crianças com necessidades especiais durante a educação infantil.

O trabalho de consciência corporal auxilia na socialização, ajuste emocional e efetivo.

A psicomotricidade tem o dever de trabalhar a lateralidade, a coordenação motora e todo o cognitivo para o desenvolvimento de nossos pequenos.

E você sabia que na educação inclusiva ela tem um papel poderoso?

Boa leitura!


A PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A ligação entre psicomotricidade e educação especial pode ser muito importante para auxiliar o desenvolvimento de crianças com necessidades especiais durante a educação infantil.

O CONCEITO DA PSICOMOTRICIDADE

A psicomotricidade é um conceito de movimento organizado e integrado, em função das experiências vividas pelo indivíduo. É sustentada por três princípios básicos: o intelecto, o movimento e o afeto, resultando na individualidade, linguagem e socialização do sujeito.

PSICOMOTRICIDADE INCLUSIVA

 A educação especial deve ser inclusiva, isso quer dizer que as pessoas com deficiências devem ter acesso à educação e aos demais espaços sociais.

Porém, a educação especial não deve ser somente inclusiva, ela precisa dar a possibilidade para essas pessoas desenvolverem suas potencialidades, respeitando suas condições cognitivas, afetiva, social e etc.

O trabalho de consciência corporal auxilia na socialização, ajuste emocional e efetivo. A sintonia entre os aspectos cognitivos e psicomotores serve como alicerce para o desenvolvimento integral da criança.

É necessário que todos os educadores busquem formas de incluir este aluno, para isso, atitudes devem ser alteradas a fim de que se possa despertar neste a descoberta de suas potencialidades, desenvolvendo suas habilidades e trabalhando em busca de sua autonomia.

A estrutura da educação psicomotora é a base fundamental para o processo intelectivo e de aprendizagem da criança, e, quando uma criança apresenta dificuldades de aprendizagem, o fundo do problema, em grande parte, está no nível das bases do desenvolvimento psicomotor.

Durante o processo de aprendizagem, os elementos básicos da psicomotricidade são utilizados com frequência.

É importante evidenciar que cada aluno é único e, ao buscar desenvolver as mais diferentes capacidades nos alunos, principalmente nos com necessidades educacionais especiais, o professor deve levar em conta as particularidades, respeitando também as limitações, adequando seu planejamento a todos.

Estimular atividades corporais auxiliam todos os alunos a vencer os desafios da leitura e da escrita. Portanto, a psicomotricidade interessa ao indivíduo como um todo, auxiliando a amenizar qualquer problema que possa se apresentar.

PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

As atividades psicomotoras facilitam o acompanhamento e desenvolvimento de alunos especiais. Ajudam que a criança ponha em prática a sua capacidade de percepção, ação e contato, de acordo com as suas possibilidades.

O trabalho dos fatores psicomotores, como é o caso do esquema corporal, lateralidade, estruturação espacial, orientação temporal e pré-escrita são fundamentais na aprendizagem).

Um déficit num destes elementos irá prejudicar uma boa aprendizagem, e é aqui que a Intervenção Psicomotora vem dar o seu contributo, além de trabalhar em simultâneo a socialização e crescimento pessoal.

Através de atividades psicomotoras, as crianças e jovens têm a possibilidade de construir e vivenciar as relações entre corporeidade, afetividade e aprendizagem.
É uma ferramenta valiosa principalmente para os portadores de necessidades educacionais especiais, pois torna a ação mais significativa para eles. Dá-lhes a oportunidade de experimentar, de descobrir mais de si e do meio que o rodeia, propiciando o seu desenvolvimento.
A PSICOMOTRICIDADE VAI AJUDAR CRIANÇAS COM:

·         Dificuldades de coordenação motora (ex. problemas de equilíbrio e falta de destreza)
·         Dificuldades na motricidade fina (ex. cortar, pintar dentro do risco)
·         Dificuldades na motricidade grafológica (ex. pega no lápis e pressão fraca ou forte)
·         Dificuldades de aprendizagem
·         Dificuldade de aprendizagem específicas (ex. discalculia)
·         Problemas na concentração
·         Problemas de comportamento (ex: agressividade e comportamento)
·         Dificuldades de comunicação
·         Atraso no desenvolvimento psicomotor


DICAS DE ATIVIDADES PARA MOTRICIDADE AMPLA:

Jogos de pegar;
Engatinhar recolhendo objetos;
Grandes jogos de movimentos amplos: cachorro maluco, macaco na roda, etc;
Pular obstáculos sem cair;
Pular corda;
Imitar usando todo corpo, bichos que andam rapidamente e lentamente;
Correr entre tacos com passos largos e curtos;
Sentar em várias posições
Dançar em diversos ritmos;
Jogos com pneus, bolas, arcos, cordas, bastões e outros.



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MEU ALUNO É AUTISTA, E AGORA?




Olá professor, tudo bem?

Você tem alunos autistas em sala de aula?

O autismo é um desafio para os profissionais e familiares, especialmente na escola, onde a criança passa boa parte do seu tempo.

Por mais que muitos alunos com autismo estão cada vez mais incluídos nas salas de aula, ainda existem muitas dúvidas de como trabalhar a aprendizagem.

Afinal, como ensinar e lidar com os pequenos? Quais estratégias para trabalhar?

Vamos ler?

MEU ALUNO É AUTISTA, E AGORA? ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS PARA TRABALHAR COM O ALUNO AUTISTA!

Autismo, autista, síndrome de Asperger, quase todo mundo já ouviu esses termos. Mas, afinal, o que exatamente eles significam?

Todos eles compõem o Transtorno do Espectro Autista, uma condição na qual há uma alteração no desenvolvimento cerebral e, por consequência, a pessoa apresenta, principalmente, dificuldades relacionadas à interação com outras pessoas, bem como manifesta comportamentos repetitivos e interesses restritos, como sacudir frequentemente as mãos, ou dificuldade para sair da rotina.

O autismo é um desafio para os profissionais e familiares, especialmente na escola, onde a criança passa boa parte do seu tempo.

Ainda existe a exclusão de uma alfabetização rica e significativa, como ler e escrever, atuação e desempenho, discussões em classe e de pequenos grupos de estudo.

Em uma sala de aula de inclusão, o professor de educação geral e o professor de educação especial trabalham juntos para atender às necessidades da criança com autismo.

Muitas vezes o barulho pode irritar a criança, então procure deixá-la mais distante da porta ou janelas. Além disso, coloque-a em um local com menor quantidade de coisas que possam distraí-la, isso fará com que ela preste mais atenção no professor.

DIFICULDADES NO TEA

Antes de falar em disposição física em sala de aula, vamos ver algumas das dificuldades da criança autista e como elas apontam para a necessidade de uma organização, quando se busca sucesso no ensino.
Dificuldades de linguagem receptiva (compreensão das mensagens ouvidas) é característica do autismo. Muitas vezes o aluno pode não entender a mensagem quando o professor está acreditando que ele esteja entendendo, causando assim uma reação de agressividade ou de falta de iniciativa.
Pode também acontecer que o aluno não possua linguagem suficiente para comunicar verbalmente ao professor que está cansado, com calor, com fome, entediado ou com vontade de ir embora, exceto através de birras e pirraças.
Ele pode ter uma memória sequencial pobre (memória das sequências dos fatos, sons, etc) e não conseguir manter a sequência dos eventos, mesmo que os cotidianos, ou não ter certeza quando algo diferente irá acontecer.
Geralmente ele se sente mais confortável permanecendo em atividades que “já tem costume” resistindo assim a aprender as novas. Muitas vezes ele é incapaz de se organizar ou impor limites a seu próprio comportamento e não tem noção das regras sociais.
Isto pode resultar na tentativa de “chamar a atenção” dos outros de forma inapropriada ou de preferir ficar isolado. Devido a sua dificuldade de relacionamento social ele pode não ter motivação para agradar os outros ou não ser sensível a elogios podendo assim parecer que há resistência ao aprendizado.
Hipersensibilidade sensorial pode levar, com frequência, a distúrbios de comportamentos.
A distração e falta de noção e organização da temporalidade podem também causar comportamentos que interferem na aprendizagem.
ORGANIZE PARA ENSINAR

Os alunos autistas respondem bem aos sistemas organizados.
O professor deve organizar a sala de aula para efetivamente conseguir ensinar os alunos.
Organizar a sala-de-aula ou qualquer outro ambiente de ensino ao nível de compreensão do aluno pode diminuir suas dificuldades, resultando assim numa otimização do aprendizado.
Este capítulo debate os aspectos de uma estratégia, através da organização, que se tem mostrado útil em salas de aula para alunos portadores de autismo, independentemente da idade. Tais aspectos são: a organização física, a programação das atividades, os métodos de ensino.
A disposição física da sala-de-aula deve ser considerada quando se planeja o ensino para alunos autistas. Até a disposição dos móveis da sala pode ajudar ou atrapalhar o funcionamento independente do aluno, o reconhecimento e respeito pelas regras e limites.
A organização do meio ambiente lhes dá pistas visuais, que os ajuda a entender. Algumas pessoas com autismo são altamente propensas a se distrair por qualquer “coisa” do ambiente.
Os professores precisarão organizar o ambiente para que não haja tanta distração. Antes de planejar a organização física da sala-de-aula, o professor pode querer avaliar o meio ambiente de modo geral. Uma boa organização não será tão eficaz se existirem outros problemas.
Uma vez definido a sala-de-aula, o professor está pronto a começar a estruturar as áreas de aprendizado e treinamento no que concerne ao conteúdo da temática de aprendizado.
Definir áreas específicas para tarefas de aprendizado específicas, identificar com clareza os limites e fazer materiais facilmente acessíveis ajudam os alunos a saber de forma independente onde devem estar e onde obter seus próprios materiais. 
Desta forma trabalhando a interação do aluno e a independência dele cada dia mais em sala de aula.
Use muito o visual
Embora estudantes com autismo possam, sem dúvida, se beneficiar da instrução verbal, alguns também exigem um adicional de conforme eles aprendem.
Os professores podem trabalhar essa necessidade usando uma série de imagens enquanto ensinam, conduzindo discussões e explicações.

É IMPORTANTE SABER:
Algumas dicas valiosas, além de conhecer as dificuldades dos alunos autistas, organização do ambiente físico para facilitar a aprendizagem, temos mais algumas dicas valiosas para trabalhar com este aluno em sala de aula:
·         Pedir às famílias um relatório dos interesses, preferências e coisas que causam desagrado a cada criança.
·         Utilizar preferências e materiais de agrado para a criança na aula o no pátio para estabelecer um vínculo com a escola e as pessoas do ambiente escolar.
·         Trabalhar por períodos curtos, de cinco a dez minutos, em atividades de complexidade crescente, incorporando gradativamente mais materiais, pessoas ou objetivos.
·         Falar pouco, somente as palavras mais importantes (geralmente um autista não processa muita linguagem cada vez).
·         Utilizar gestos simples e imagens para apoiar o que é falado e permitir a compreensão (os autistas são mais visuais que verbais).
·         Desenvolver rotinas que a criança possa predizer ou antecipar (pela repetição e com o apoio de imagens que mostram o que vai ser feito no dia).
·         Estimular a participação em tarefas de arrumar a sala, ajudar a entregar materiais às outras crianças, etc.
·         Entregar objetos no canal visual. O adulto deve ter o objeto na mão diante dos olhos para que a criança possa pegar o objeto tendo o rosto do adulto dentro do seu campo de visão.
·         Respeitar a necessidade de estar um momento sozinho, de caminhar ou dar saltos ou simplesmente perambular para se acalmar (pode ser utilizado como prêmio após uma atividade).
·         Tentar conhecer as capacidades de cada criança para utilizá-las como entrada para as atividades de ensino (pintar, recortar, etc.).
·         Evitem falar muito, muito alto e toda situação que envolva muito estímulo (pode ser até nocivo para a criança).
·         Em casos de birra, é importante ter algum conhecimento de técnicas de modificação de conduta (time out, desvio de atenção, etc.), mas a primeira dica é não se apavorar, tentar oferecer outros objetos e, no caso de não conseguir acalmar a criança, explicar à turma o que está acontecendo e desenvolver atividade com o grupo em outro lugar e dar a possibilidade da criança com TEA de se acalmar.
Essas são algumas dicas simples do dia-a-dia, mas a melhor dica de todas é o respeito pela diferença. Somente com isso será feita uma inclusão de verdade. Além do conhecimento aprofundado do professor.

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VOCÊ SABE QUAL A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS MATEMÁTICOS NA APRENDIZAGEM?




Olá professor, tudo bem?

Você sabe qual a importância dos Jogos Matemáticos na aprendizagem?

Na educação escolar a criança deve brincar e interagir com os demais, pois neste momento da brincadeira a criança se desenvolve e constrói seu conhecimento.

A utilização de atividades lúdicas na matemática e de materiais concretos é totalmente relacionada ao desenvolvimento cognitivo da criança, obtendo assim resultados surpreendentes em sala de aula.

Mas para o professor, é fundamental compreender a importância dessa atividade, e também saber escolher os jogos de acordo com cada criança ou turminha.

Pensando nisso vamos falar sobre a importância dos jogos matemáticos e o que contribui para a aprendizagem, além de uma dica muito legal de atividade!

Boa leitura!

NÃO É SÓ UMA “BRINCADEIRA”, ENTENDA A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS MATEMÁTICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL


Na educação escolar a criança deve brincar e interagir com os demais, pois neste momento da brincadeira a criança se desenvolve e constrói seu conhecimento do mundo, aumentando sua capacidade mental e facilitando na melhoria de um bom desenvolvimento na matemática.

A utilização de atividades lúdicas na matemática e de materiais concretos é totalmente relacionada ao desenvolvimento cognitivo da criança.

O jogo e a brincadeira permitem ao aluno criar, imaginar, fazer de conta, funciona como laboratório de aprendizagem, permitem ao aluno experimentar, medir, utilizar, equivocar-se e fundamentalmente aprender.

Além das inúmeras características que são desenvolvidas pelos jogos e brincadeiras dentro da sala de aula na disciplina de matemática, como: autonomia, além disso, é desenvolvido outro fator muito importante que são as estratégias e os problemas que são impostos pelos alunos durante os jogos.

E também é muito importante para o desenvolvimento social, pois existem alunos que se “fecham”, tem vergonha de perguntar sobre determinados conteúdos, de expressar dúvidas, a matemática se torna um problema para eles.

Assim, percebemos um grande desafio matemático com inúmeras possibilidades a serem analisadas e muitas estratégias a serem desenvolvidas.

Mas para que isso aconteça, o educador precisa de um planejamento organizado e um jogo que incite o aluno a buscar o resultado, ele precisa ser interessante, desafiador. 

Há de se refletir que alguns conteúdos específicos da matemática não possuem relação com a ideia de serem aplicados utilizando jogos, mas de certa forma promovem um senso crítico, investigador, que ajuda na compreensão e entendimento de determinados tópicos relacionados ao ensino da Matemática.

Por isto todos os jogos devem ser escolhidos e preparados pelo docente com muito cuidado para levar a criança a adquirir conceitos matemáticos de importância, que estimulem a resolução de problemas e principalmente não esquecendo de respeitar as condições de cada comunidade, levando conteúdos aprendidos pelas crianças para a realidade de cada um deles.

E são através dos jogos que podemos promover na criança o seu desenvolvimento humano, pois se classifica como atividade livre, trabalhando assim diferentes formas no aluno como.

Jogos funcionais - Consiste na exploração do corpo através dos sentidos. Possibilita a evolução da motricidade;

 Jogos de ficção - Configura-se pelo faz-de-conta, e as situações imaginarias, é neste      momento que surgem as imitações de personagens de sua interação social; 
 Jogos de aquisição - Acontece desde muito cedo, é como a criança vai aprendendo e adquirido conhecimento, noção da vida a partir do que vê e ouve;
 Jogos de fabricação - Marcados por atividade manual de entretenimento e improviso a partir de uma ideia pré-existente.
As brincadeiras de cunho pedagógico ou livres estão sempre presentes na vida das crianças e por isso é tão fácil com que elas aprendam algum conteúdo através delas, por mais complexo que seja.
Trabalhar matemática é muito mais do que trabalharmos as operações fundamentais e conceitos.
Trabalhar matemática é treinar a atenção, a concentração e a capacidade de se resolver problemas frente as novas situações.
Objetivos:
  • Construir o conhecimento lógico matemático, através de material concreto.
  • Desenvolver a atenção, concentração e observação.
  • Despertar o espírito de cooperação e de trabalho em equipe.
  • Desenvolver o raciocínio lógico, repassando às crianças, noções de quantidade, forma, tamanho, número e representação numérica, sequência e ordem.
  • Permitir à criança, analisar, comparar, relacionar, classificar, ordenar objetos.
  • Verificar, reconhecer e comparar objetos, percebendo as características dos mesmos.
  •  Associar número / quantidade.


DICA DE ATIVIDADE

Alguns jogos são bem conhecidos e também de fácil acesso à qualquer criança em idade escolar, como o dominó, dados, contagem de peças ou unidades, atividades de somar e subtrair com cartões e desenhos e reconhecimento dos números e a ordem numérica.

·          BINGO DA TABUADA

Então dá para brincar de bingo e aprender a tabuada ao mesmo tempo? Claro que dá, e é bem mais fácil do que você imagina.

Para começar você vai precisar fazer as cartelas de bingo, que são os resultados das multiplicações. 


Se você fizer cartelas com 9 números, já será o suficiente para as crianças se divertirem e o jogo não demorar muito tempo.


Escolha o programa que quiser para fazer suas cartelas, no Word ou Excel, tanto faz.
Passando plástico transparente adesivo nelas, elas vão durar muito mais.
Você sorteia as multiplicações da tabuada e as crianças precisam preencher a cartela com os resultados corretos.
A proposta de trabalho de matemática para a escola infantil deve encorajar a exploração de uma grande variedade de ideias matemáticas relativas a números, medidas, geometria e noções rudimentares de estatística, de forma que as crianças desenvolvam e conservem um prazer e uma curiosidade acerca da matemática.
Fonte:http://novidadesdatiagilva.blogspot.com.br/2012/06/bingo-matematico-esta-atividade-ajuda.html



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COMO A NEUROCIÊNCIA PODE SER ALIADA NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM?




Como a neurociência pode ser aliada no processo de Aprendizagem?

Olá professor,

Você sabia que a neurociência pode auxiliar você, no processo de alfabetização e letramento de seus pequenos?

Isso mesmo!

A neurociência tem sido uma grande aliada neste processo de aprendizagem escolar, pois os professores estão obtendo informações, tais como, entender o funcionamento do cérebro do seu aluno. Em como ele aprende, porque ele não aprende e muito mais.

Ou seja, ensinar como o cérebro aprende a ler e escrever é a chave para obter resultados positivos na aprendizagem de nossos pequenos.

Boa leitura...

A NEUROCIÊNCIA ALIADA A ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO EM SALA DE AULA.

Os avanços da ciência estão por todas as partes e em diversos setores. Na educação, no entanto, as evidências não costumam ser levadas em consideração na hora das decisões, e principalmente da aprendizagem.

Em particular, a alfabetização é um campo cujos avanços científicos são bastante difundidos mundialmente, mas que ainda não ecoam no Brasil, enquanto modernas técnicas vêm sendo utilizadas na medicina, especialmente neurologia e neurolinguística vem sendo usada na alfabetização e letramento.

Há duas décadas ou pouco mais o ensino no Brasil vem buscando uma ruptura com os métodos e as concepções tradicionais da educação, procurando colocar o aluno como o centro da aprendizagem e desfocando o papel do professor como um facilitador dessa aprendizagem e não mais como um mero transmissor de conhecimento.

Nessa ruptura, dois aspectos, entre tantos outros, podem ser ressaltados: o primeiro deles é o sistema de ensino e aprendizagem, notadamente no que se refere à alfabetização dos alunos, sendo hoje preferível falar-se em letramento e tendo como questão fundamental a diferenciação entre a alfabetização e o letramento.

O segundo aspecto é que os conhecimentos avançados no campo da neurociência criaram melhores condições para se compreender o cérebro humano e, junto a ele, os mecanismos que envolvem o processo de ensino e aprendizagem. 

Contudo, o que podemos ressaltar é que a neurociência tem alto poder sobre a aprendizagem em sala de aula. Ao professor, cabe se alimentar das informações que surgem, buscando fontes seguras, e não acreditar em fórmulas para a sala de aula criadas sem embasamento científico.

A Neurociência mostra que o desenvolvimento do cérebro decorre da integração entre o corpo e o meio social. O educador precisa potencializar essa interação por parte das crianças.

Esse conjunto de conhecimentos possibilita uma noção mais precisa sobre como aprendemos a ler, quais as competências envolvidas nesse processo e como devemos ensinar os alunos a ler.

Essas descobertas têm levado a estudos cada vez mais aprofundados não apenas sobre como aprendemos a ler e escrever, mas também sobre as formas mais eficazes de ajudar crianças e adultos a ler e escrever. Confira:

  1.    O cérebro lê letras. As letras são tratadas por estruturas cerebrais de grande especificidade funcional. Há redes neuronais específicas para o tratamento das letras – diferentemente de números, desenhos ou sentido das palavras.
  2.  O cérebro também representa unidades intermediárias entre a letra e a palavra, como sílabas, dígrafos, sufixos, desinências, etc.
  3.  As representações ortográficas e fonológicas são interconectadas e sustentadas por redes de neurônios.
  4. O princípio alfabético é o primeiro passo para a aprendizagem da leitura e constitui o fator que melhor prediz o desempenho de leitura. Sem dominar o princípio alfabético, é impossível ler palavras novas.
  5.  A decodificação é essencial para a automatização do processo de leitura, ou seja, para identificar palavras escritas rapidamente e sem esforço.
  6.  Existe uma área específica no hemisfério esquerdo do cérebro que é responsável pela codificação ortográfica. Esse registro é feito independentemente da informação ortográfica representar ou não uma palavra e supõe-se estar em estreita conexão com as representações fonológicas correspondentes à informação ortográfica.

  
O que podemos ressaltar é que a neurociência ajuda o professor a entender cada dia mais como o cérebro aprende, e sabemos que estas descobertas têm feito a diferença em sala de aula, principalmente na fase da alfabetização e do letramento.

Trabalhar o desenvolvimento cognitivo da criança para que ela leia e escreva, faz todo sentido.

Nós melhoramos naquilo que a gente faz. Se você quer promover o desenvolvimento cognitivo, precisa dar oportunidades para a criança usar as suas habilidades cognitivas.

É importante saber:

A compreensão, a produção da linguagem e a capacidade de você expressar essa linguagem em rabisquinhos, que é essencialmente o que a escrita é, dependem do seu cérebro ter as bases biológicas prontas para isso, o que não acontece imediatamente.

Existe um tempo normal de desenvolvimento que geralmente é diferente para cada criança.

A influência do ambiente é fundamental quando o cérebro atinge a maturidade para compreender a linguagem, produzir movimentos específicos das palavras e associar o significado dos sons aos rabisquinhos das letras da língua escrita.

É aí que essa oportunidade de resolver problemas, de usar essas capacidades biológicas recém-formadas para lidar com o mundo, para usar a linguagem para lidar com o mundo, é fundamental para que o aprendizado de fato aconteça.

Mas lembrar que esse aprendizado depende de uma fundação biológica que talvez não esteja lá no mesmo tempo para todas as crianças é a primeira base fundamental para você saber o que esperar de crianças diferentes.

Ao mesmo tempo, é preciso saber que a gente fica apenas tão bom quando a gente pratica; não dá para esperar que a criança exposta a uma linguagem pobre em casa, que não recebe uma demanda na escola ou oportunidades de melhorar o seu vocabulário, [tenha completo] o seu domínio de sintaxe.

Se você não tem oportunidade de colocar as suas capacidades biológicas cognitivas à prova pelo seu ambiente, é claro que você não vai desenvolver essas capacidades. Aí é que a gente reconhece a importância da escola oferecer esse ambiente de desafios saudáveis.

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COMO IDENTIFICAR O TRANSTORNO DE DISLEXIA EM SALA DE AULA?




COMO IDENTIFICAR O TRANSTORNO DE DISLEXIA EM SALA DE AULA?

Olá professor, tudo bem? 

Você sabe como identificar a Dislexia em sua sala de aula?

Sabemos que conhecer nossos pequenos a fundo é extremamente importante pois, assim podemos avaliar alguns sinais de alerta que eles apresentam em relação aos Transtornos de Aprendizagem.

Mas quando o transtorno é identificado como Dislexia, como proceder? Quais atividades precisamos trabalhar com este pequeno? Como auxiliar ele no processo de aprendizagem?

Boa leitura...

SINAIS DA DISLEXIA EM SALA DE AULA E DICAS DE ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS

Crianças com dificuldade de aprendizagem na escola podem ser vistas por pais e professores como desinteressadas e desleixadas.

Mas as notas vermelhas talvez sejam sinal de dislexia, distúrbio que afeta a capacidade de ler e escrever.

A condição afeta cerca de 5% da população brasileira, segundo o Instituto ABCD, organização social voltada a jovens com dislexia e outros problemas de aprendizagem.

A Dislexia é um transtorno que afeta a aprendizagem de uma criança. De origem neurobiológica, ela pode caracterizar as seguintes situações: ocasionar dificuldades de leitura, na decodificação e no reconhecimento das palavras.

É necessário que a criança seja submetida à análise de professores, psicólogos e fonoaudiólogos para diferenciar se ela tem dificuldades pontuais ou é disléxica.
Confira cinco sinais de que seu aluno pode ser disléxico:
Leitura lenta e pouco fluente
Crianças com dislexia costumam demorar mais para ler do que aquelas sem o distúrbio. Isso porque elas têm dificuldade em identificar palavras e associá-las a seus sentidos. Sua leitura em voz alta costuma ser menos fluente do que a das outras crianças da mesma idade escolar
Erros ortográficos
A dislexia prejudica a consciência fonográfica, isto é, a habilidade de discriminar sons parecidos. Por isso, letras com pronúncias semelhantes, como V e F ou B e D, costumam ser trocadas na escrita, ocasionando erros ortográficos. Crianças disléxicas também têm dificuldade de memorizar regras de ortografia e até de juntar duas letras para formar uma sílaba simples. 
Escrita espelhada
Escrever palavras de trás para a frente, como se o texto tivesse sido colocado diante de um espelho, pode ser um sinal do distúrbio. A escrita espelhada decorre da dificuldade na formação de palavras e no aprendizado do alfabeto, presente nos disléxicos em idade escolar. 
Dificuldade com noções de tempo e espaço
Crianças disléxicas demoram mais do que as outras para adquirir noções temporais e espaciais, assim como a dominância de lados e os conceitos de direita e esquerda. Elas podem confundir “ontem e hoje” ou “acima e abaixo”. 
Demora na construção de frases

Pela dificuldade de formar palavras e atribuir significados a elas, os portadores do distúrbio costumam apresentar lentidão para construir frases. Muitas vezes, as sentenças têm sentido, mas são gramaticalmente incorretas, como "eu era com sono". 

Agora professor, que você já conheceu estes sinais tão importantes, fica a dúvida de como trabalhar com este aluno disléxico em sala de aula diante desse cenário, nada melhor que se empenhar para apresentar aos pequenos o mundo de possibilidades que o cercam, e que sim, é possível aprender.


2 DICAS DE ATIVIDADES PEDAGÓGICAS PARA TRABALHAR O ALUNO DISLÉXICO

Caça-palavras, forca e palavra-cruzada
As atividades que fizeram parte de nossa infância ainda continuam especiais. Caça-palavras, forca e palavra-cruzada permanecem eficazes para se trabalhar a habilidade das crianças e ajudá-las a diminuir.
Cantigas de roda, e brinquedos cantados:Esta atividade é de suma importância para trabalhar a concentração, a interação social e a fala do disléxico. E uma brincadeira que também fez parte de nossa infância pode ajudar, a cantiga: “fulano, roubou pão, lá na casa do João”, ou “Fui no Itororó”, faz com que trabalhe o movimento e a repetição.
É importante saber:Trate o aluno disléxico com naturalidade. Ele é um aluno como qualquer outro; apenas, disléxico. A última coisa para a qual o diagnóstico deveria contribuir seria para (aumentar) a sua discriminação. 
Use a linguagem direta, clara e objetiva quando falar com ele. Muitos disléxicos têm dificuldade para compreender uma linguagem (muito) simbólica, sofisticada e metafórica. Seja simples, utilize frases curtas e concisas ao passar instruções.
Não é necessário que alunos disléxicos fiquem em classe especial. Alunos disléxicos têm muito a oferecer para os colegas e muito a receber deles. Essa troca de humores e de saberes, além de afetos, competências e habilidades só faz crescer amizade, a cooperação e a solidariedade.

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