Você sabe como estimular a Coordenação Motora Fina dos seus filhos e alunos?


Professor,

Uma das várias missões dos educadores e até mesmo dos pais é estimular e trabalhar a coordenação motora.

E para isso, é preciso saber o que deve ser feito, pois uma criança pode ter mais facilidade que a outra.

E estimular é a palavra-chave neste processo de desenvolvimento infantil!

Separamos abaixo algumas atividades para ajudá-los neste processo ;)

Boa diversão!

ATIVIDADES PARA ESTIMULAR A COORDENAÇÃO MOTORA FINA.

O desenvolvimento da coordenação motora irá acontecer de forma natural e obviamente necessitará de estímulos para que o resultado seja ainda melhor e dentro do esperado.

Mas os estímulos devem ser feitos com certo cuidado e apreensão, dentro de um limite para que não seja forçado a fazer coisas demais para sua fase.

E não existe melhor maneira de se desenvolver, do que através das brincadeiras...

Segue algumas dicas para vocês:

Opção 1:

Preencher a garrafa com fita de cetim.


Opção 2:

Caixa com areia - Desenhar o número ou a letra do nome.


Opção 3:

Pegar pompom com uma pinça e colocar nas forminhas.



Opção 4:

Colocar objetos na linha.



Opção 5:

Seguir sequencia da cores.




Nós do Grupo Rhema Educação sempre buscamos informações e conteúdo para auxiliar pais e professores neste processo de Desenvolvimento Infantil.

E para você sempre está sempre em busca de mais informações temos um Curso específico sobre Psicomotricidade!

Neste curso você tem acesso a muitas informações e atividades práticas para executar com seus pequeninos.



Grupo Rhema Educação - Compartilhando Conhecimento.

Conheça os primeiros sinais do Autismo!


Olá pais e professores, tudo bem?

Receber o diagnóstico de Autismo de um filho é como embarcar rumo a um universo desconhecido. É preciso encontrar a maneira de aterrissar nesse pequeno mundo em que a criança parece estar isolada.
O transtorno, uma espécie de pane do desenvolvimento neurológico, costuma ser identificado pelos médicos entre 1 ano e meio e 3 anos, mas especialistas apostam que os próprios pais são capazes de detectar os primeiros sinais a partir dos 8 meses e, assim, buscar ajuda especializada quanto antes.

Fiquem atentos a estes sinais:

Fonte de Imagem: Marcelo Leão



Corre...Ainda da tempo! Como Administrar Conflitos com Alexandra Ruy



Olá pessoal,

Hoje gostaríamos de agradecer a todos vocês que participaram ontem da nossa aula ao vivo sobre Como Administrar Conflitos.

Como é bom ver tantos professores buscando conhecimento. Vocês são a essência dos nossos pequeninos. Parabéns professores!!

E para vocês que por algum motivo não puderam participar da nossa Aula ao vivo, não se preocupe!
Sabemos como é corrido o dia a dia, e por isso, hoje estamos disponibilizando o link para vocês ficarem por dentro de tudo o que aconteceu ontem!


Ficamos aguardando vocês em nossos comentários do Facebook, deixe seu Olá, para sabermos que estiveram presentes!

Bom final de semana.

Grupo Rhema Educação

Você gosta de Novidades?



Olá professores, 

Terça-feira foi dia de gravação! 

Estamos aqui desenvolvendo e produzindo mais um curso de extensão para vocês. 

O tema do curso? Ahhh é segredo, você terá que acompanhar nossa Fanpage para ficar por dentro de tudo. ;)

E será um prazer tê-los nos acompanhando.

Obrigada as professoras Carolina Leme e Maria Eduvirges, foi um prazer ter a companhia de vocês.



Grupo Rhema Educação - Compartilhando Conhecimento!


Você sabe quais são os mitos e verdades sobre o Dislexia?



Olá professor, tudo bem? 

Conhecer nossos pequenos a fundo é extremamente importante pois, assim podemos avaliar alguns pequenos sinais de alerta que eles apresentam em relação as Dificuldades de Aprendizagem.

Na Dislexia por exemplo, as crianças podem apresentar problemas tais como uma velocidade de leitura muito baixa (normalmente a criança nem percebe o que acabou de ler) e uma grande quantidade de erros de escrita, normalmente muito graves e ao longo de algum tempo. 

No texto abaixo compartilhamos alguns pontos essenciais para você conhecer mais sobre a Dislexia!

Boa Leitura!
-------

Sinais de alerta para os pais e professores

Os grandes sinais de alerta nos casos de dislexia são uma velocidade de leitura muito baixa (normalmente a criança nem percebe o que acabou de ler) e uma grande quantidade de erros de escrita, normalmente muito graves e ao longo de algum tempo. No entanto, existem pequenos sinais a que é preciso estar atento. Crianças com dislexia podem apresentar problemas de:

1- Memória a curto prazo (seja esta visual, auditiva ou ambas)

2- Automatização (quando a criança não faz o click na sua aprendizagem ao passar a ler as palavras de forma automática, demorando muito tempo a decifrar cada letra, esta tarefa torna-se muito cansativa e desmotivante para a criança)

3- Coordenação sensório-motora (motricidade fina, lateralidade, letra muito feia)

4- Percepção visual ou auditiva, de orientação e/ou organização do espaço/tempo

5- Atenção e/ou concentração

6- Expressão oral e/ou problemas emocionais ou de comportamento.

Estas crianças tendem a apresentar problemas na disciplina de língua portuguesa (leitura, escrita, interpretação e/ou funcionamento da língua) ou em línguas estrangeiras, muito devido à dificuldade fonológica que apresentam.
Podem também apresentar problemas de organização pessoal, no estudo independente, nos trabalhos escritos, etc. Outra consequência da dislexia são problemas de atenção ou de comportamento uma vez que a criança deixa de estar motivada para a sua aprendizagem e opta por estratégias de evitar contato.

Mitos e Realidades

"Dislexia é uma doença moderna"; "Troca o d pelo b de certeza que é disléxico"; "Não tem dislexia porque ora escreve bem, ora escreve mal a mesma palavra". Estas são algumas ideias que são muitas vezes generalizadas à população disléxica. No entanto não são a realidade.
Sempre houve disléxicos.

Antigamente eram muitas vezes rotulados como burros que não davam para a escola ou preguiçosos. No entanto, é necessário perceber se existe algum caso de dislexia ou dificuldades de aprendizagem na família pois este é um bom fator.


Não existe um erro específico capaz de diagnosticar a dislexia e é normal escreverem umas vezes bem e outras mal a mesma palavra.
Muitas vezes, as crianças apresentam uma grande variedade de erros e é essa quantidade e a qualidade dos erros que deve ser avaliada ao longo de algum tempo para ser possível um diagnóstico.

Assim, a dislexia não depende do nível socioeconômico, do sexo, da inteligência ou do nível de Educação dos pais. É sim uma diferença na forma como o cérebro processa a informação e é influenciada pela hereditariedade.
A dislexia afeta uma em cada 25 crianças. Se tiver dúvidas em relação ao seu filho, contate um psicólogo educacional.

Fonte: blastingnews


Professor, você se identificou com este artigo? Clique aqui e Compartilhe com seus amigos no Facebook.

Nós do Grupo Rhema Educação sempre compartilhamos com vocês o que há de mais importante dentro da Educação e gostaríamos de convidar você a conhecer nosso Curso de Extensão sobre Transtornos da Linguagem: O aluno em sala de Aula.

Neste curso você terá mais informações e subsídios para auxiliar seu aluno com o Transtorno de Dislexia, Dislalia, Discalculia e muito mais.


Desenvolvendo as Habilidades com Pintura!



Barbante, canudo e sal grosso são alguns dos materiais que, combinados com tinta guache, criam desenhos únicos...

Olá pais e professores, tudo bem?

Hoje vamos compartilhar com vocês algumas dicas de atividades com tinta guache!

Veja nas imagens abaixo algumas atividades divertidas e lúdicas, pois, como sabemos pintura é capaz de exercitar a criatividade infantil durante horas usando poucos recursos.

Basta um pouco de guache, folha sulfite e utensílios básicos do dia a dia para inventar novas técnicas com custo quase zero.

Folhas de árvore, por exemplo, se transformam em "carimbos tropicais" para decorar o papel. Carambolas e quiabos também podem desempenhar essa função.

E as ideias se misturam, sem problema algum.

A artista plástica Isa Hohagen selecionou técnicas simples para fazer com as crianças em casa. Confira a seleção na galeria de fotos abaixo:
  






Fonte: Delas - iG 

Compartilhe esta ideia com seus amigos do Facebook! Clique Aqui e Compartilhe.



Atividades Sensoriais: Diversão para o corpo, alimento para a mente!


Olá professor!

Sabemos como é importante o desenvolvimento motor para nossos pequenos, não é mesmo?

Mas, você sabe da importância do desenvolvimento e estimulo através dos cinco sentidos?

Hoje, queremos compartilhar com você está matéria importantíssima, pois brincadeiras sensoriais estimulam a inteligência e a criatividade das crianças através dos cinco sentidos.

Crianças (e adultos) aprendem melhor quando as informações são processadas por mais de um dos sentidos ao mesmo tempo.

Prova disso é que as lembranças favoritas de infância frequentemente estão associadas a um aroma, som ou sabor.... Quando sentimos um cheiro ou ouvimos uma música familiar, é como se aquela sensação nos transportasse de volta ao passado.

O cérebro é capaz de recuperar imagens e sensações a partir de um estímulo dos sentidos.

Mas como será que essa relação afeta o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças?

Leia abaixo a matéria que separamos para você, boa leitura!


Brincadeiras sensoriais estimulam a inteligência e a criatividade das crianças através dos cinco sentidos.

O estímulo aos sentidos ajuda no desenvolvimento cognitivo, linguístico, social e emocional dos pequenos. Naturalmente, a visão e a audição são os sentidos mais estimulados pelos pais e na escola. Desenvolver e estimular também os outros sentidos é não é uma tarefa difícil. Com um olhar diferente para materiais e objetos do dia-a-dia, é possível criar brincadeiras interessantes que estimulam mais o paladar, o olfato e o tato.
    
Porque a aprendizagem sensorial é tão importante?!

Logo após o nascimento, o cérebro do bebê começa a fabricar conexões entre os neurônios -- as chamadas sinapses, que servem para transmitir e armazenar informações. De acordo com estudos, o cérebro de um recém-nascido chega a criar de 2 a 3 milhões de delas por segundo!!! A estimulação pelo tato, a visão, a audição, o olfato e o paladar ativam os justamente neurônios que são os maiores responsáveis pela formação dessas conexões.


É como se cada uma das sinapses fosse um hiperlink que vai associando uma ideia a outra. Quanto mais "emaranhada" for a rede de conexões entre os neurônios, maior a capacidade que a pessoa tem de relacionar diferentes temas e ter pensamentos criativos e inovadores. Por outro lado, as conexões que deixam de ser usadas acabam sendo eliminadas. O quadro abaixo mostra como evoluem as sinapses no cérebro humano:




 Do nascimento até mais ou menos 5 anos, ocorre uma grande proliferação de sinapses. É a chamada "mente absorvente", que funciona como uma esponja e capta tudo à sua volta. O grande potencial de aprendizagem nesta etapa é justamente a capacidade que o cérebro da criança tem de "absorver" vários estímulos ao mesmo tempo, sem nem se dar conta. Com o desenvolvimento do cérebro e a necessidade de processar informações mais complexas, começa um processo natural de seleção que elimina as sinapses menos utilizadas, fazendo com que o cérebro fique mais eficiente e possa "investir" mais energia em um repertório cada vez mais sofisticado.

Por isso, os estímulos sensoriais apresentados à criança desde cedo são como as ferramentas mentais que ela terá para usar no futuro. Crianças precisam de espaço para se movimentar (sem acessórios com restrições de mobilidade, tais como cercadinhos e andadores); oportunidades de explorar objetos sozinhas com as mãos (sim, os armários de panelas e potes na cozinha são um excelente passa-tempo!) e também chance de se expressar e comunicar. 

Em contrapartida, existem estímulos negativos que podem ter efeitos sérios no desenvolvimento das crianças. Ruído constante, estresse, isolamento social, experiências associadas ao medo -- todas representam estímulos negativos que podem até mesmo afetar o crescimento do cérebro. Existem pesquisas que indicam que os bebês que não recebem estímulos positivos e adequados por parte dos pais ou cuidadores podem desenvolver cérebros 20 a 30% menores do que as crianças que tiveram experiências positivas e um ambiente seguro e acolhedor.


Atividades sensoriais com objetos do dia-a-dia

Ao contrário do que parece, as atividades sensoriais são simples de executar até mesmo em casa. Usando objetos corriqueiros é possível criar interesse visual, auditivo, táctil que viram brincadeiras inusitadas e estimulam a criatividade. 
 •  Caixas sensoriais são um bom exemplo disso. São interessantes principalmente pela textura. O objetivo é fazer com que as crianças relaxem enquanto brincam, toquem texturas diferentes e por aí vai. Uma caixa com areia, arroz colorido ou outros grãos é o ponto de partida para a criação de cenários criativos e super divertidos! (Veja abaixo as figuras 2 e 6)
 •  Contêineres cheios de água dão asas à imaginação para espaços de banho, laguinhos ou aquários. Desafie os pequenos a adivinhar quais objetos vão flutuar. Brincar com variações  de temperatura também é ótima ginástica para o cérebro. (Confira nas imagens 1, 3, 5 e 9)
 •  Creme de barbear, gelatina e massinha de modelar proporcionam exercício de familiarização com texturas e desenvolvem a coordenação motora fina e o movimento de pinça do polegar com o indicador. (Exemplos nas figuras 4, 7 e 8)



1 - Balões com água dentro da banheira. Eles flutuam, podem ser apertados e ainda servem como bola. Usar uma gota de corante alimentício diferente dentro da água em cada balão aumenta a diversão e ainda pode ensinar sobre misturas de cores. (Do site www.learning4kids.net)
2 -  Uma caixa com areia pela metade pode servir de fonte de inspiração para várias brincadeiras divertidas. Aqui a proposta é um parque de dinossauros, que se monta em segundos com miniaturas de animais, plantas e pedras. Outras sugestões: escavação arqueológica para encontrar um "tesouro"; caça às letras do alfabeto enterradas na areia... realmente a areia é um material muito versátil! (Mais no site www.botoezinhos.com).
3 - Um mundo gelado emerge de uma bacia de plástico com água e pedaços de gelo que foram congelados em copos ou outras vasilhas com formatos variados. Pequenos animais marinhos completam o visual. (Do site www.learning4kids.net)
4 - Aqui o ingrediente sensorial é a gelatina, preparada em diferentes sabores e desenformadas sobre uma bandeja, para deleite de mãos curiosas! (A idéia vem do blog http://www.motheringwithcreativity.com)
5 - Um pouco de diversão na hora do banho: recorte letras de esponja e coloque na água da banheira. O blog www.learning4kids.net dá o passo-a-passo em fotos.
6 - Arroz colorido e miniaturas formam um pequeno jardim, que com certeza vai render horas divertidas cheias de imaginação. (Também no blog www.botoezinhos.com)
7 e 8 - Um pouco de neve, mesmo no verão? É só usar creme de barbear. E ainda dá para montar uns cenários, como a lagoa de sapos na figura 7. (Veja mais em http://growingajeweledrose.com/)
9 - Gelo também pode ser matéria-prima de barquinhos coloridos. São blocos de gelo feitos com água tingida com corante. Na hora de congelar, ponha junto um palito, para fazer o mastro. (Do site www.learning4kids.net)

As brincadeiras sensoriais, utilizadas em casa, ensinam as crianças a se sentirem mais confortáveis com o mundo que as cerca, e de quebra reforçam o vínculo afetivo entre pais e filhos. Quando a estimulação sensorial acontece em uma atmosfera alegre e relaxada, isso contribui para que a criança desenvolva uma relação positiva com o próprio corpo, o que por sua vez a encoraja a ser mais sociável e interativa. Aqui em casa, já estamos notando os primeiros resultados. Depois eu conto mais sobre as brincadeiras que estamos inventando.

Fonte de inspiração: www.lagartapintada.com

Gostou do artigo? Compartilhe em seu Facebook!

Você já conhece nosso Curso de Extensão sobre Psicomotricidade? Clique Aqui e conheça mais sobre este universo dos movimentos psicomotores. Como desenvolver as habilidades dos nossos pequenos e ainda mais, dicas para identificar, intervir e estimular com atividades práticas!

CONHEÇA PSICOMOTRICIDADE!