A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA NO AUTISMO





Olá pais e professores, tudo bem?

Você sabe a importância da brincadeira para o desenvolvimento da criança com TEA?
Nos dias atuais a tecnologia tem invadido amplamente nossas atividades diárias, porém observa-se que os pacientes diagnosticados com autismo apresentam ou desenvolvem uma maneira peculiar de brincar.
Normalmente não conseguem, por vezes, dar função correta aos brinquedos e perdem o interesse com facilidade pelas atividades, porém, se estimulados da maneira adequada podem aproveitar dos benefícios que o brincar proporciona.
Para entender melhor a importância das brincadeiras no Autismo, confira em nosso Blog esta matéria que além de explicar sobre este desenvolvimento, traz dicas para brincar e aproveitar muito com os pequenos!
Vamos brincar?

A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA NO AUTISMO

Nos dias atuais a tecnologia tem invadindo amplamente nossas atividades diárias. Os professores, buscam ressaltar a importância do brincar para a aprendizagem, integração, socialização, afetividade e o desenvolvimento psíquico e global da criança.
Pode-se afirmar que no caso dos autistas, esta atividade não é menos importante. Observa-se que os pacientes diagnosticados com autismo apresentam ou desenvolvem uma maneira peculiar de brincar.
Normalmente não conseguem, por vezes, dar função correta aos brinquedos e perdem o interesse com facilidade pelas atividades, porém, se estimulados da maneira adequada podem aproveitar dos benefícios que o brincar proporciona.
Nós adultos devemos ampliar e diversificar os desafios das brincadeiras auxiliando no desenvolvimento das atividades. Com isso, certamente obteremos resultados surpreendentes com nossas crianças.
Durante a brincadeira, o envolvimento pessoal do adulto torna-se essencial na construção da base das demais relações do sujeito.
Essa interação proporciona o aprendizado da reciprocidade como também sentimento afetivo, o que resulta no fortalecimento da segurança e da confiança.
Alguns teóricos, como Melanie Klein*, perceberam no atendimento com crianças que, ao utilizar brinquedos, tal recurso favorecia o contato.
Dessa forma, compreende-se que o brinquedo se manifesta como objeto de expressão da criança, pelo qual ela irá expressar suas fantasias, desejos e experiências reais, de forma simbólica.
É importante ressaltar que mesmo de maneira diferente ou não tradicional, o autista pode desenvolver sua criatividade e imaginação e desta forma melhorar a interação com outras crianças, expondo seus sentimentos e aceitando os sentimentos alheios.
Nesta visão o professor objetiva desenvolver atividades para a estimulação do autista, contribuindo para que sua vida se torne mais funcional, auxiliando na sua integração tanto no convívio familiar quanto no social, bem como na realização das atividades de vida diária, que são tão importantes para a independência de nossas crianças.
As limitações dos autistas que são, em princípio, uma grande frustração pessoal, com o desenvolver da terapia se tornam uma motivação para que ele continue seguindo em frente.
Mostrar a criança a sua capacidade de superação e perceber a satisfação pessoal em cada um dos obstáculos transpostos nos motiva a sermos melhores profissionais.

ESTA NA HORA DE BRINCAR! DICAS PARA PROMOVER ESTA INTERAÇÃO

Quando a criança estiver confortável em brincadeiras recíprocas, aumente a interação.

Exemplo: Ela só quer brincar de carrinho, pegue um brinquedo de animal e peça carona, depois reclame que o cachorro está com fome proteste e insista, com o tempo a criança vai parar e brincar de alimentar o cachorro.

 Aumente a brincadeira e encontre alguns amigos para o lanche, como o elefante, leão, e outros, alargando o horizonte e os interesses da criança. Se for muito sobrecarregado para a criança este passo, volte um pouco para traz.


Evite questionamentos e direcionamentos. Muita estrutura e perguntas nesta hora podem inibir tanto a iniciativa da criança como o processo dela solucionar problemas.

 Quando a criança estiver se sentindo confortável com a brincadeira recíproca, você poderá direcionar a brincadeira para conceitos e seqüências que deseja trabalhar.

Exemplo: Ela só brinca de carrinho e sempre os coloca na mesma ordem. Introduzindo o cachorro e novos problemas, a criança começará a dar atenção a outros brinquedos.

Brinque e interaja. Pretenda ser um dos brinquedos e explore isso.
Exemplo: Ao invés de dizer "venha e me ajude a construir um forte", seja um personagem que está pedindo ajuda. Converse com os brinquedos.

Quando a criança estiver acostumada com este tipo de brincadeira tente mudar sua estrutura. Exemplo: Se ele só quer brincar com o carro azul, peça para deixar que você brinque uma vez com o carro azul.

Se a atenção da criança for mínima, não puxe a brincadeira por muito tempo. O importante é ela aprender como é gostoso brincar com outras pessoas.


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Olá professor,

Você sabe as dificuldades que o aluno com TDAH encontra na escola? E quais as estratégias para trabalhar com este aluno?
O TDAH ou mais conhecido como TDHA (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), é um transtorno que geralmente se desenvolve na infância e tende a acompanhar o indivíduo durante toda a sua vida.
Os professores devem conhecer técnicas e estratégias que auxiliem os alunos com TDHA a terem melhor desempenho, sendo que em alguns casos é preciso ensinar ao aluno técnicas específicas para minimizar as suas dificuldades.

Confira em nosso Blog, o por que desta relação conturbada do TDAH e a ESCOLA, e descubra quais as estratégias para que esta relação mude e tenha ótimos resultados!

Vamos ler?


O TDAH E AS DIFICULDADES NA ESCOLA

O QUE É O TDAH?

O TDAH ou mais conhecido como TDHA (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), é um transtorno que geralmente se desenvolve na infância e tende a acompanhar o indivíduo durante toda a sua vida.
O TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é uma síndrome (conjunto de sintomas) caracterizada por distração, agitação / hiperatividade, impulsividade, esquecimento, desorganização, adiamento crônico, entre outras. 
O QUE UMA CRIANÇA COM TDAH TEM?
 

Ela demonstra uma dificuldade em prestar atenção ao que é exposto e, diante desse sistema escolar, a criança precisa de dois tipos de concentração: a seletiva e a sustentada.
Vale dizer que o pequeno não consegue equilibrar esses dois lados, pois ela tem uma grande oscilação de atenção. O resultado, então, é a distração. O aprendizado fica defasado por conta disso.
ATRASO NOS ESTUDOS

A junção desses dados faz com que um terço ou mais das crianças com TDAH fique para trás na escola, no mínimo uma série durante a sua vida escolar; 35% não completam o ensino médio; as notas são significativamente mais baixas do que as de seus colegas de classe; 40 a 50% dessas crianças recebem algum tipo de serviço educacional (aulas de reforço, de recuperação, de apoio); e 10% podem passar todo o seu dia escolar envolvidos nesses serviços.
Isso sem falar dos problemas comportamentais em classe. Mais da metade das crianças com TDAH apresenta comportamento opositivo-desafiador, 15% a 25% delas são suspensas e até expulsas da escola, devido a problemas de conduta.

O PROFESSOR PODE AJUDAR (E MUITO)  

Adaptar algumas tarefas ajuda a amenizar os efeitos mais prejudiciais do transtorno. Evitar salas com muitos estímulos é a primeira providência.

Deixar alunos com TDAH próximos a janelas pode prejudicá-los, uma vez que o movimento da rua ou do pátio é um fator de distração. Outra dica é o trabalho em pequenos grupos, que favorece a concentração. Já a energia típica dessa condição pode ser canalizada para funções práticas na sala, como distribuir e organizar o material das atividades.

Também é importante reconhecer os momentos de exaustão considerando a duração das tarefas. Propor intervalos em leituras longas ou sugerir uma pausa para tomar água após uma sequência de exercícios, por exemplo, é um caminho para o aluno retomar o trabalho quando estiver mais focado.

De resto, vale sempre avaliar se as atividades propostas são desafiadoras e se a rotina não está repetitiva. Esta, aliás, é uma reflexão importante para motivar não apenas os estudantes com TDAH, mas toda a turma.

ESTRATÉGIAS DA ESCOLA

Os professores devem conhecer técnicas e estratégias que auxiliem os alunos com TDHA a terem melhor desempenho, sendo que em alguns casos é preciso ensinar ao aluno técnicas específicas para minimizar as suas dificuldades.

Quando os alunos com TDAH se dedicam a fazer algo estimulante ou do seu interesse, conseguem permanecer mais tranqüilas. Isto ocorre porque os centros de prazer no cérebro são ativados e conseguem dar um "reforço" no centro da atenção que é ligado a ele, passando a funcionar em níveis normais.

Uma das propostas de tratamento são as seções terapêuticas, sendo elaborada com envolvimento de profissionais e familiares, além disso professores e equipe pedagógica necessitam ser orientados no acompanhamento dos procedimentos necessários a serem empreendidos no dia-a-dia, em busca de melhorias no processo de ensino e aprendizagem.

DICAS PARA A ESCOLA NA MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

·         Evitar a utilização de reforços negativos, para que os mesmos não sejam aumentados.

·       Utilizar mais reforços de extinção – um comportamento sem IBOPE provavelmente sairá do ar.

·         Sempre utilizar reforços positivos, pois se a qualquer comportamento adequado (mesmo que para pais e professores não passe de mera obrigação), houver recompensa e/ou reconhecimento, esse tipo de comportamento tende a aumentar cada vez mais.

·         Quando se pretende modificar um comportamento indesejável, deve-se decidir por qual o comportamento positivo quer substituí-lo, para depois ir punindo o comportamento oposicional indesejável, com punições brandas, como por exemplo a perda de privilégios, mantendo a relação de uma punição para três ou mais situações de elogio e recompensa. A tendência é a extinção natural das punições.

·         Não se deve perder a perspectiva dos objetivos, evitando a irritabilidade, a impaciência, a confusão e atitudes enfurecidas frente ao aluno com TDAH.

·         É necessário manter o ritmo, respirando fundo e lembrando que o adulto é o educador.

·         Deve-se ter muita sabedoria e paciência para equilibrar amor com regras e limites claros na educação.

·         Objetiva-se a preparação da criança e/ou adolescente para viver em sociedade, para que se integre, com boa auto-estima, sabendo respeitar limites (seus e dos outros).

·         Olhar de fora da cena, como se fosse um estranho imparcial, racional, sem qualquer envolvimento emocional.


·         Deve-se enfocar o comportamento negativo, deficiente e destrutivo que necessita ser mudado, lembrando sempre que o aluno tem uma incapacidade, uma dificuldade, e não falta de caráter: ele não consegue controlar o que fala ou faz e com certeza tem qualidades e potenciais a serem valorizados.

SINAIS DE ALERTA DO AUTISMO NA ESCOLA





Olá pais e professores,

Você sabe quais são os possíveis sinais que o Autismo pode apresentar e que devemos estar em alerta?

Para obter os melhores resultados no tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA), o diagnóstico e intervenção precoces são absolutamente cruciais.

Porém muitas vezes a escola ou a família não conseguem identificar estes sinais e assim procurar ajuda.

E pensando na importância deste diagnóstico precoce, que hoje a matéria em nosso Blog é sobre os sinais que o Autismo pode dar dentro de casa ou na escola.

Você não pode deixar de ler...vamos lá?



SINAIS DE ALERTA DO AUTISMO NA ESCOLA

Para obter os melhores resultados no tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA), o diagnóstico e intervenção precoces são absolutamente cruciais para melhorar as chances da criança de desenvolver habilidades cognitivas importantes e funcionar em um nível elevado mais tarde na vida.

Mas a desordem, que quase sempre começa a aparecer quando a criança tem entre 12 e 18 meses, pode se manifestar de muitas maneiras diferentes, dificultando sua identificação pelos pais. Na realidade, segundo Wang, metade dos pais desconhecem os sinais precoces de autismo.
A desordem de desenvolvimento neurológico, que está se tornando um diagnóstico cada vez mais comum entre crianças americanas, se caracteriza por diferenças em comportamentos sociais, comunicação e percepção. Os sinais de alerta mais comuns vão desde a demora em aprender a falar até comportamentos sensoriais incomuns.
5 sinais precoces de Autismo que os pais e a escola

Além dos sinais comuns citados, veja abaixo cinco indicativos precoces de autismo dos quais os pais e professores devem ter consciência, segundo especialistas.

1. A criança não reage quando é chamada pelo nome. Um bebê saudável reage quando a pessoa que está cuidando dela chama seu nome; geralmente ele se volta para a pessoa. Dos bebês que receberão o diagnóstico de autismo mais tarde, apenas 20% reagem quando ouvem seu nome ser chamado.

2. Não pede a “atenção conjunta”. A atenção conjunta é um indício precoce de habilidade linguística, porque sugere a capacidade de compartilhar algo com outra pessoa. Um exemplo seria uma criança que vê um avião no céu, olha para o avião, olha para sua mãe e então olha de volta para o avião, como se dissesse “você está vendo o que eu estou vendo?”.

“Você está compartilhando um assunto”, explicou ao Huffington Post a professora de psiquiatria da UCLA Dr. Connie Kasari, que está fazendo um ensaio para medir os efeitos da intervenção precoce sobre as crianças com autismo. “As crianças que fazem isso mais aprendem a falar em menos tempo.”
3. Não imita o comportamento de outros. Os bebês com autismo têm menos probabilidade que os bebês normais de refletir os movimentos de outros, por exemplo, sorrindo, dando tchauzinho ou batendo palmas.

4. Não brinca de faz de conta. Por volta dos 2 ou 3 anos de idade a criança geralmente começa a gostar de brincar de faz de conta (por exemplo, brincando de ser a mamãe de uma boneca bebê ou fazendo de conta que uma banana é um telefone).
Mas as crianças com autismo têm tendência menor a brincar com objetos dessa maneira.
“As crianças com autismo prestam atenção aos objetos de maneira diferente”, disse Kasari. “À medida que ficam mais velhas, elas podem usar os objetos para as finalidades para os quais os objetos são feitos, mas têm probabilidade menor de brincar de modo imaginativo com os objetos.”
5. Não reage emocionalmente. Os bebês típicos são muito sensíveis às emoções de outras pessoas, mas os bebês com autismo têm menos probabilidade de sorrir em resposta ao sorriso de outra pessoa ou de chorar quando veem outra criança chorando.

Texto:


ATIVIDADES PARA O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO INFANTIL





VOCÊ SABE A FUNÇÃO DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO INFANTIL?

Olá pais e professores,

Você já percebeu que as crianças possuem uma forma particular de pensar e aprender?

Segundo Piaget, o processo de desenvolvimento possui quatro estágios sucessivos, que indicam o grau de desenvolvimento da criança. 

No artigo abaixo compartilhamos com vocês sobre este processo de desenvolvimento. 

Boa leitura.

ATIVIDADES PARA O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO INFANTIL

O termo cognição pode ser definido como o conjunto de habilidades mentais necessárias para a construção de conhecimento sobre o mundo.

Os processos cognitivos envolvem, portanto, habilidades relacionadas ao desenvolvimento do pensamento, raciocínio, linguagem, memória, abstração etc.; têm início ainda na infância e estão diretamente relacionados à aprendizagem.

A TEORIA DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO POR PIAGET

Observando seus filhos na interação com o meio, Piaget percebeu que as crianças possuem uma forma particular de pensar e aprender.

O erro e o acerto são conceitos que estão no cerne do raciocínio infantil e foi a partir da relação erro/acerto que Piaget desenvolveu sua teoria de estágios do desenvolvimento cognitivo da criança.

Segundo Piaget, o processo de desenvolvimento possui quatro estágios sucessivos, que indicam o grau de desenvolvimento da criança:

Sensório-motor: de zero a dois anos, aproximadamente. No estágio sensório-motor, a inteligência da criança é essencialmente prática e as ações de reflexo predominam. A relação com o meio ambiente não se dá pelo raciocínio lógico ou pela representação simbólica, mas pela ação e experimentação direta.

Pré-operatório: de dois a sete anos, nesse estágio pré-operatório, predomina o egocentrismo, pois a criança não consegue colocar-se abstratamente no lugar do outro. A leitura da realidade é parcial e incompleta, visto que a criança prioriza aspectos que são mais relevantes aos seus olhos. Sua percepção abstrata começa a ser aguçada à medida que aumenta sua capacidade de simular, imaginar situações, figuras e pessoas semelhantes.

Operações Concretas:
de 7 a 12 anos, aproximadamente. O estágio das operações concretas é o período em que a lógica começa a desenvolver-se e a criança já consegue ao seu modo, organizar e sistematizar situações e relacionar aspectos diferentes da realidade. Sua compreensão do mundo não é mais tão prática, mas ainda depende do mundo concreto para realizar abstrações.

Operações formais e Pensamento Hipotético-dedutivo:
Nesse estágio, predomina a lógica formal, a criança já pode realizar abstrações sem necessitar de representações concretas e pode, também, imaginar situações nunca vistas ou vivenciadas por ela.
Uma Atividade didática para ter valor cognitivo de fato precisa ser lúdica, ou seja, divertir sem aquela atribuição formal de que se trata de um processo educativo.

Não apenas para as crianças, mas entre jovens e adultos, a regra é a mesma. 

Ocorre que, no processo formal onde o educando se coloca de forma passiva diante do educador com a obrigação de assimilar alguma coisa de cunho apenas teórico, seu cérebro, por mais esforçado e qualificado que seja, não vai conseguir criar a experiência da vivência associada ao fato teorizado. Isso não ocorre quando se trata do processo lúdico, recreativo, quando o indivíduo pratica, sente e assimila sensorialmente aquele aprendizado.

A experiência sensorial é imprescindível para que o cérebro humano seja capaz de criar as sinapses que associam os relatos teóricos aos seus respectivos fatos.

A partir desse evento associativo, a experiência ficará registrada como memória definitiva, o que não ocorreria caso o processo fosse apenas virtual, ou hipotético.


DICAS DE ATIVIDADES PARA ESTIMULAR O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO

A seguir, algumas dicas ou reflexões, na verdade são chaves didáticas, que poderão ajudar pais e educadores na condução de alguns desses processos lúdicos e educativos:

  • ·         Brincadeiras de adivinhações são excelentes para desenvolver a capacidade de abstração, concatenação e formação de ideias.

  • ·         Brincar com água é uma necessidade para todas as crianças nervosas ou difíceis, e uma atividade altamente benéfica para as crianças em geral.

  • ·         Uma brocha de pintar ou pincel largo e um balde com água limpa para pintar paredes da casa ou azulejos do banheiro, é um brinquedo que fascina as crianças e desperta nelas o senso de limpeza.

  • ·         Os jogos de silêncio e imobilidade são ótimos como exercícios de controle motor e autodomínio das emoções.

  • ·         Os brinquedos cantados são atividades de grande valor para a idade pré-escolar.

  •  ·         Brincadeiras ao ar livre devem começar com uma breve explicação da importância das árvores, animais, amizades, nossa família, etc. Isso desperta nas crianças amor à natureza e senso de cooperação.

  •  ·         Brincar de cuidar das plantas, assim como regar o jardim, são excelentes chaves motivacionais para despertar a sensibilidade ecológica, ou respeito à natureza, e serve sem distinção para todas as faixas etárias.

  •  ·         Colocar venda numa criança e pedir para que outra a guie até um determinado local é uma excelente atividade para afirmação da ajuda voluntária e amizade. Cria em ambos um inestimável senso de cooperação e ética solidária. Desperta no condutor o senso de responsabilidade e respeito pelo outro. Cria no conduzido o senso de confiança no amigo, sensibilização às limitações alheias, além de aprender na prática sobre as dificuldades dos deficientes, especialmente os visuais.

  •  ·         Os Jogos coletivos, onde a criança desempenhe um papel importante para o desenvolvimento da atividade, acaba por criar em sua personalidade um elevado senso de responsabilidade social e autoconfiança.

  •  ·         Os jogos de adivinhação são excelentes como estímulos à criatividade e todo processo da composição da imaginação infantil. Além disso, trabalham de forma intensa o processo de coordenação, organização pessoal e associação de ideias.

Finalmente, não se limite ao escopo dessa lista de reflexões, estude seu caso e faça adaptações, afinal de contas, um modelo pedagógico estático só é capaz de formar cidadãos fleumáticos.

Fonte: sitededicas.ne10.uol.com.br / portaleducacao.com.br / infoescola.com




DESENVOLVENDO O CÉREBRO NA ESCOLA






Olá professor, tudo bem?

Você sabe como o cérebro pode ser desenvolvido na escola? E como a neurociência pode ser uma aliada na aprendizagem? 

O cérebro é provavelmente o órgão mais fascinante do corpo humano. Ele controla tudo: da respiração até nossas emoções e inclusive nosso aprendizado.

Se você é professor, conhecimentos básicos de neurociência são essenciais para seu trabalho, já que o objetivo é proporcionar aprendizagem a seus alunos e, de preferência, da forma mais otimizada possível.

Confira em nosso Blog esta matéria sobre como você pode aliar a neurociência em seu método de ensino! Afinal, o cérebro foi pra escola ;)

Boa leitura 


DESENVOLVENDO O CÉREBRO NA ESCOLA

O cérebro é provavelmente o órgão mais fascinante do corpo humano. Ele controla tudo: da respiração até nossas emoções e inclusive nosso aprendizado.

Se você é professor, conhecimentos básicos de neurociência são essenciais para seu trabalho, já que seu objetivo é proporcionar aprendizagem a seus alunos e, de preferência, da forma mais otimizada possível.

Como o cérebro funciona? Como aprendemos? Por que existem tantas crianças com problemas para aprender? A resposta a essas e outras questões pesquisadas pela Neurociência, disciplina que envolve o estudo da relação entre o cérebro e o comportamento, vem ajudando educadores em todo o mundo a entender como ocorre o processo de aprendizagem e procurar maneiras de torná-lo mais efetivo, além de contribuir para a melhor compreensão dos estados mentais.

Mas se o cérebro possui uma estrutura tão complexa e preparada para aprender, por que muitas crianças apresentam dificuldade na escola?

Os especialistas explicam que diversos fatores interferem no processo de aprendizagem, como o estímulo, a motivação e o ambiente no qual o aluno está inserido.

A dificuldade de aprendizagem é algo adquirido, por isso, diversas áreas do cérebro precisam ser estimuladas.

Às vezes temos a competência, mas não temos a habilidade. Com a estimulação, o cérebro possibilita a ampliação das redes neurais, então podemos nos apropriar desse conhecimento

DISTÚRBIO X DIFICULDADE ESCOLAR
No momento em que o aprendizado falha, algo está fora de sintonia. A falha da aprendizagem, que leva inúmeras crianças ao fracasso escolar, está na falta de compreensão ou expressão em diferentes áreas como leitura, escrita, ortografia, aritmética e outras. Mas também pode estar na competência social, na coordenação do movimento ou mesmo na organização e na persistência do aprendizado.
O fato é que o não aprender pode acontecer de duas formas distintas: o distúrbio ou a dificuldade escolar. Ambos têm como característica o baixo rendimento escolar em atividades como leitura, escrita e raciocínio lógico-matemático, em conjunto ou separado.
Além disso, a criança apresenta inteligência normal com oportunidades sociais e culturais adequadas.
Mas existem diferenças importantes: o distúrbio escolar tem origem orgânica, neurológica, que pode ser resultante de disfunções em áreas responsáveis pela seleção, processamento e armazenamento das informações, além da codificação do estímulo.
Os principais problemas são dislexia (falha no processamento da habilidade da leitura e da escrita), disgrafia (falha na escrita) e discalculia (dificuldade para lidar com conceitos e símbolos matemáticos).
Já a dificuldade escolar tem origem pedagógica e está relacionada a problemas no método e na estrutura de ensino, na adequação escolar e em aspectos emocionais, além de dificuldades socioeconômicas, culturais e no meio onde a criança vive.
A seguir estão alguns conceitos e dicas que serão extremamente úteis na hora de planejar suas aulas, ou mesmo durante seus próprios estudos. Você saberá, ao final, como o cérebro controla o aprendizado até fatos curiosos sobre a memória.

Desenvolvimento cerebral e aprendizagem
Como o cérebro se desenvolve, o que afeta esse desenvolvimento e qual é o impacto na aprendizagem.
1.    Leitura em voz altaPais e professores que leem em voz alta e falam frequentemente com suas crianças estão contribuindo para o desenvolvimento cerebral delas.
2.    Bilinguismo: Crianças que aprendem dois idiomas antes dos cinco anos têm estruturas cerebrais diferentes das que aprendem apenas uma língua. Evidentemente, o bilinguismo acontece com crianças que convivem com pessoas que falam duas línguas. Nada de cursinhos para bebês, ainda ;-)
3.    Abuso infantil: Estudos revelam que o abuso infantil muda a forma como o cérebro se desenvolve e afeta negativamente o aprendizado.
4.    Novos neurônios: Durante a vida, constante atividade mental faz com que novos neurônios sejam produzidos no cérebro.
5.    Lateralidade: Pessoas canhotas ou ambidestras possuem o corpo caloso cerca de 11% maior que aquelas que trabalham apenas com a mão direita.
6.    Crescimento do cérebro: O cérebro humano cresce até a idade de 18 anos.
7.    Ambiente estimulante: Se uma criança é criada num ambiente estimulante, ela terá 25% a mais de capacidade de aprendizagem. O contrário também é verdadeiro, se o ambiente lhe passar poucos estímulos, será 25% menos capaz.
8.    Criativos x MetódicosCientistas demonstraram que cérebros que pensam de forma criativa funcionam de forma diferente daqueles cujo pensamento é mais metódico.
9.    Alimentação e inteligência: Um estudo com estudantes de Nova Iorque mostrou que aqueles cujas refeições não incluem sabores artificiais, corantes e conservantes tiveram o desempenho 14% melhor em testes de QI do que os que comem alimentos com esses aditivos.
10. Tédio: Humanos têm curiosidade inata, mas quando há falhas nos estímulos, o tédio toma conta.
11. Aprendendo coisas novasUm estudo mostrou que quando as pessoas estão aprendendo coisas novas, seus cérebros se modificam rapidamente. Por exemplo, pessoas aprendendo a fazer malabarismo mostraram mudanças cerebrais em 7 dias.
12. Música. Crianças que têm aulas de música mostram um considerável aumento em sua capacidade de aprendizagem.
13. Leitura facial: A área do cérebro chamada amígdala cerebelosa é responsável por nossa habilidade de identificar os sentimentos de alguém através de sua expressão facial.

A aprendizagem pode ser mais efetiva quando ocorre a interdisciplinaridade. Antes tínhamos um olhar em cima apenas da dimensão emocional, mas hoje trabalhamos com três dimensões: a cognitiva, que envolve as possiblidades do aprender; a afetiva, relacionada ao desejo de aprender; e a social, relacionada ao meio em que o indivíduo vive.
Também existe a necessidade de entender o funcionamento do organismo, como o cérebro trabalha. Não podemos deixar de olhar para esse organismo que nem sempre responde como a gente espera

COMO INTERVIR
Com o apoio das Neurociências, educadores e psicopedagogos conseguem diagnosticar e entender, de maneira mais clara, os problemas de aprendizagem, suas causas e possibilidades de intervenção. 
A busca pela renovação dos processos educativos contribui para prevenir e solucionar as dificuldades. Adquirir conhecimento deve ser um fator motivador, dinâmico e criativo. Deve-se ter sempre a consciência de que aprender é processar a informação, e isto se faz em conjunto, ou seja, cérebro, comportamento e ambiente.

O professor precisa resolver situações delicadas. Se ele tem uma sala com alguns alunos difíceis e que dão muito trabalho, precisa procurar resolver isso, pedir ajuda ao seu coordenador ou diretor.


Quando o professor não procura informação o problema pode ficar muito maior, muitas vezes o docente identifica que há algo errado, mas não sabe que problema é esse; por isso, é importante buscar informação e pedir ajuda.

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