DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR E O AUTISMO: DICAS E BRINCADEIRAS!






Olá pais e professores,

Já sabemos da importância do desenvolvimento dos nossos pequeninos, durante a infância.

Imagine desenvolver essas habilidades com brincadeiras e atividades que eles adoram?
Olhe só essas dicas:

Pegar bola

A brincadeira em questão consiste em chamar a criança para jogar uma bolinha até você. Procure estimular o pequeno demonstrando que está interagido com a atividade. 

Banda escolar

 

Objetivos: trabalhar a discriminação e percepção auditiva, identificação das ações, localização de sons etc..A cada toque de determinado instrumento os alunos brincam com um objeto ou fazem algum movimento.

Cartão animado

A ideia é colar imagens de um herói ou integrante de um desenho animado em cartõezinhos para que a criança possa unir os pares semelhantes.
Confira na matéria abaixo, todas as dicas de atividades completas!



DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR E O AUTISMO: DICAS E BRINCADEIRAS!

Todos sabemos que é nos movimentos das crianças se articula toda sua afetividade, desejos e suas possibilidades de comunicação. O que é psicomotricidade? Sua definição.

No princípio, a psicomotricidade era utilizada apenas na correção de alguma debilidade, dificuldade ou deficiência. ainda está em formação, já que à medida que avança e é aplicada, vai-se estendendo a distintos e variados campos

Hoje, vai mais longe: a psicomotricidade ocupa um lugar importante no desenvolvimento infantil, sobretudo na primeira infância, em razão de que se reconhece que existe uma grande interdependência entre os desenvolvimentos motores, afetivos e intelectuais.

A psicomotricidade, como estimulação aos movimentos da criança, tem como meta:

 Motivar a capacidade sensitiva através das sensações e relações entre o corpo e o exterior (o outro e as coisas).

- Cultivar a capacidade perceptiva através do conhecimento dos movimentos e da resposta corporal.

- Organizar a capacidade dos movimentos representados ou expressos através de sinais, símbolos, e da utilização de objetos reais e imaginários.

- Fazer com que as crianças possam descobrir e expressar suas capacidades, através da ação criativa e da expressão da emoção.

- Ampliar e valorizar a identidade própria e a auto-estima dentro da pluralidade grupal.

- Criar segurança e expressar-se através de diversas formas como um ser valioso, único e exclusivo.

- Criar uma consciência e um respeito à presença e ao espaço dos demais.

Considerando-se que na primeira infância existe uma forte correlação entre os desenvolvimentos motores e intelectuais, e de suma importância a estimulação do desenho infantil.

Se a criança tem vontade de desenhar, anime-a sempre que o faça. Quanto mais a criança desenhar, ela se aperfeiçoará, e mais benefícios se notará no seu desenvolvimento. O desenho facilita e faz evoluir a criança na:

·         Psicomotricidade fina;
·         Aprendizagem (leitura e escrita)
·         Confiança en si mesma;
·         Exteriorização de suas emoções, sentimentos e sensações;
·         Comunicação com os demais e consigo mesma
·         Criatividade
·         Formação da sua personalidade

A Psicomotricidade está associada à afetividade e à personalidade, porque o indivíduo utiliza seu corpo para demonstrar o que sente.

Na Educação Infantil, a criança busca experiências em seu próprio corpo, formando conceitos e organizando o esquema corporal.

A abordagem da Psicomotricidade irá permitir a compreensão da forma como a criança toma consciência do seu corpo e das possibilidades de se expressar por meio desse corpo, localizando-se no tempo e no espaço. 

O trabalho da educação psicomotora com as crianças deve prever a formação de base indispensável em seu desenvolvimento motor, afetivo e psicológico, dando oportunidade para que por meio de jogos, de atividades lúdicas, se conscientize sobre seu corpo.

Através da recreação a criança desenvolve suas aptidões perceptivas como meio de ajustamento do comportamento psicomotor.

Bons exemplos de atividades físicas são aquelas de caráter recreativo, que favorecem a consolidação de hábitos, o desenvolvimento corporal e mental, a melhoria da aptidão física, a socialização, a criatividade; tudo isso visando à formação da sua personalidade.



A PSICOMOTRICIDADE NO AUTISMO:


A Psicomotricidade no Autismo é uma tarefa bem complexa de se trabalhar, e isto não é novidade, pois os Autistas encontram muitas dificuldades com seus esquemas corporais, sobretudo, com suas habilidades psicomotoras.

No Autismo, o cuidado que se deve ter está na preocupação que educadores devem exercer através de práticas que valorizem todo o conjunto de ações do pequeno.
Quando a criança atinge determinada autonomia sobre o seu corpo, o profissional deve tomar outras direções.

A medida com que o Autista cresce, maiores são os cuidados que se deve ter em relação ao que causa dificuldade.

O papel do professor é sem dúvida importantíssimo na hora das atividades psicomotoras em sala de aula, pois elas devem incidir com alguma barreira para o aluno Autista.

O motivo é simples: é preciso analisar a habilidade psicomotora dos alunos autistas.
Nesse sentido, respeitando as características de cada estudante, seguem algumas sugestões de atividades para todas as crianças da educação infantil:


Pegadas:

Objetivos: reconhecimento do pé direito e esquerdo, identificação lateral, trabalhar o equilíbrio, precisão nos passos, coordenação motora global e interação com os demais alunos.
O professor desenha ou cola pegadas no chão com a ajuda dos alunos, que poderão colorir as pegadas. Posteriormente, o educando anda sobre elas, alternando o pé direito e o pé esquerdo. Durante a brincadeira, o professor poderá sugerir outros movimentos. Como alternativa, poder-se utilizar solas de sapatos velhos.

Banda escolar

 

Objetivos: trabalhar a discriminação e percepção auditiva, identificação das ações, localização de sons, orientação espacial, capacidade de atenção e memorização e interação social.
Utilizam-se vários instrumentos musicais (pandeiro, chocalho, triângulo, tambores, flauta etc.). A cada toque de determinado instrumento os alunos brincam com um objeto ou fazem algum movimento. Por exemplo: quando tocar o tambor os alunos brincam com a bola, quando tocar o triângulo fazem movimentos com as mãos.

Amizade do alfabeto

 

Objetivos: trabalhar a afetividade, socialização, estimular a imaginação, comunicação, expressão e linguagem e desenvolver a coordenação espacial.
Todos sentam, fazendo um círculo. Alguém inicia falando: “Gosto do meu amigo da esquerda com A porque ele é atencioso”. O próximo aluno deverá seguir a sequência, dizendo: “Gosto do meu amigo da esquerda com B porque ele é bondoso”. E assim por diante.

Brincadeira do espião

 

Objetivos: desenvolver a atenção, observação e detalhamento, estimular a afetividade, socialização e criatividade e expressão corporal e imagem corporal.
Dividir o grupo em duplas. Cada integrante da dupla observará bem a outra pessoa e vice-versa. Os dois viram de costas, e cada um fará uma mudança no visual. 
Os dois se voltam um de frente para o outro e tentam descobrir o que mudou. Pode-se alternar a brincadeira, fazendo mudanças no ambiente ou na própria disposição dos alunos.

Somando as diferenças

 

Objetivos: discriminação visual e percepção, desenvolver a linguagem, comunicação, classificação e generalização e trabalhar valores da diversidade para inclusão escolar.
Reunir diversos objetos que sejam opostos. Por exemplo: um bloco pequeno e um grande, um copo alto e outro baixo. Pedir aos participantes para formarem pares com os objetos opostos e depois descreverem os atributos que tornam os objetos opostos, enfatizando as qualidades em suas diferenças.

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20 FORMAS SIMPLES DE TORNAR O SEU FILHO MAIS INTELIGENTE BRINCANDO!





Qual é a melhor forma de estimular a mente do seu pequeno?

Bom dia sábado!

Hoje é dia de se divertir com as crianças, e o melhor de tudo é ajudar a criança a desenvolver sua inteligência brincando.

Por este motivo, hoje vamos compartilhar um texto da jornalista americana Kelly St. John Regier com 20 ideias para se divertir com as crianças e ao mesmo tempo aumentar o QI, ou seja, a inteligência do seu filho.

Não é preciso você ser um expert em nenhum assunto para estimulá-los, basta ter muito amor envolvido!

Fonte : jornal americano de Orange, Califórnia, EUA.




20 FORMAS SIMPLES DE TORNAR O SEU FILHO MAIS INTELIGENTE
Qual é a melhor forma de estimular a mente do seu pequeno?
A seguir confira 20 ideias fáceis para se divertir e aumentar o QI do seu filho.
1.    Leia um livro: seu filho nunca será muito novo para se tornar um leitor, diz Linda Clinard, consultora de alfabetização e autora do livro “Family Time Reading Fun”. Ao ler, abrace o seu bebê e veja o livro com ele. Mesmo que a criança não entenda o que está vendo, “ela irá associar a leitura com carinho e amor”, diz Clinard. As crianças pequenas são especialmente atraídas por livros com imagens reais, acrescenta ela.

2.    Mesmo longe, dê carinho para o seu filho: cérebros humanos são conectados para buscar segurança e, se o cérebro de um bebê não se sentir seguro, ele não conseguirá aprender. Para estabelecer esta relação, basta dar amor e carinho para o seu filho. “Desde o nascimento da criança, aquela voz mansa e amorosa e o toque suave significam muito para elas”, diz Clinard.

3.    Cante: rimas infantis, músicas de propaganda ou as suas canções favoritas – os bebês amam ouvir cantar.

4.    Mantenha contato visual: olhe para os olhos do seu recém-nascido. Dentro de uma semana, a criança pode reconhecer o rosto dos seus pais e, cada vez que ele olhar para você, ela estará construindo sua memória e aprendendo a reconhecer as expressões faciais.

5.    Conte sobre o seu dia: fale muito com o seu bebê. Pesquisas mostram que, quanto maior o número de palavras que as crianças ouvirem de seus pais e cuidadores antes dos 3 anos, maior será o seu QI. Diga-lhes o que você está fazendo, o que está pensando e o que eles estão vendo.

6.    Use o tom certo: a voz infantilizada, com um tom mais agudo, que muitos pais usam instintivamente tem um propósito. Ela ajuda o cérebro do bebê a aprender a linguagem, tornando os sons das vogais mais distintos e o tom mais alto o que facilita o bebê a imitar.

7.    Conte em voz alta: quando você lavar as mãos e os pés do bebê na banheira, conte os dedinhos em voz alta. Conte os brinquedos com ele, ou, quando ele for mais velho, conte o cereal que ele está aprendendo a comer. Logo ele irá contar as coisas com você.

8.    Aponte o dedo: pesquisas mostram que as crianças aprendem a língua mais rápido se você apontar para um objeto ao dizer a palavra.

9.    Use aplicativos para ter ideias: existem aplicativos que dão ideias de atividades simples, mas impactantes, que ajudam no desenvolvimento da criança desde o nascimento. Em Orange, um app bastante usado é o Kimberly Goll, ele está disponível em inglês, espanhol e vietnamita e permite que os pais acompanhem o progresso dos filhos. Procure jogos para cada fase de idade.

10.  Amamente, se puder: existe uma ligação pequena, mas clara, entre a amamentação e o desenvolvimento cognitivo. Então, se você puder, mantenha o aleitamento exclusivo materno até os 6 meses e continue a amamentar de forma parcial até a criança completar um ano.

11.  Desligue a televisão: a Academia Americana de Pediatria diz que as crianças não devem ser expostas a qualquer tempo que seja, em frente às telas antes dos 18 meses, diz a Dra. Rosette Yson-Zaragoza, pediatra da Associação Pediátrica do município do sul de Orange (Califórnia). “Esses tipos de situações de visualização não-interativas podem ser prejudiciais ao desenvolvimento da linguagem do bebê”, diz ela. “Deixe a criança conviver com pessoas reais até os 18 meses e, depois disso, se eles quiserem ver algo on-line ou assistir, veja com eles e fale sobre o que estão vendo”.

12.  Responda às necessidades do seu bebê em tempo hábil: quando um bebê chora, ele está avisando que precisa de algo como conforto, comida ou que a fralda deve ser trocada. Quando você responde aos choros ele aprende que pode contar com você. Não é estragar o bebê verificar o que ele quer quando está gritando.

13.  Dê a ele a opção de escolher: mesmo um bebê de 3 a 5 meses de idade tem opinião. Mostre a ele dois livros ou dois brinquedos e veja qual ele se sente mais atraído para olhar ou tocar, diz Clinard.

14.  Brinque de esconde-esconde: brincar de esconder com a mãe ou o pai não é apenas divertido para as crianças. É também ensinar que objetos podem desaparecer e, em seguida, reaparecer.

15.  Faça cócegas nos pés: faça brincadeiras com os dedos e ensine a criança a antecipar as situações.

16.  Dê-lhe um descanso: preste atenção se o seu bebê dá sinais de excesso de estímulo. Se ele estiver desviando o olhar, não o force. Deixe-o ter um tempo livre, no chão, sem música ou luzes, para que ele possa se divertir, brincar calmamente ou engatinhar.

17.  Saia de casa: talvez hoje tenha um show de bonecos na biblioteca, o dia esteja alegre no parque ou no zoológico. Seu bebê será entretido por novas vistas e sons. Clinard recomenda a seleção de programas voltados para o público infantil.


18.  Deixe seu bebê se ver: mostre ao seu bebê um espelho. A princípio, ele pode pensar que está olhando para outra criança, mas depois vai adorar fazer o “outro” sorrir e acenar.

19.  Brinque de jogar: quando seu bebê tem menos de 6 meses, sente-o em uma cadeira dessas com bandeja e dê a ele brinquedos macios. Quando ele jogar os brinquedos no chão fale sobre o que está fazendo. Ela está aprendendo causa e efeito (quando joga, um brinquedo cai) e logo começará a procurar itens caídos no chão.


20.  Fale francês ou espanhol com a criança: se os pais ou o cuidador sabe outra língua, converse com o bebê neste idioma. “Na verdade é uma vantagem para as crianças serem bilíngues, porque incentiva o pensamento paralelo. Isso não tem relação a atrasos na linguagem”, garante Yson-Zaragoza.

É HORA DE BRINCAR! 5 DICAS DE ATIVIDADES PARA CRIANÇAS COM AUTISMO





Bom dia Pais e Professores,

Vocês conhecem o poder das brincadeiras no desenvolvimento da criança Autista?

brincar, assim como para qualquer criança, representa um papel importantíssimo para o desenvolvimento da criança autista.

Pois contribui para a socialização, têm efeitos positivos sobre a aprendizagem, estimula o desenvolvimento de habilidades básicas e a aquisição de novos conhecimentos.
As atividades lúdicas que forem oferecidas para a criança com autismo podem estimular as áreas da interação social, comportamento e comunicação.
Confira esta matéria em nosso Blog, e veja algumas dicas de atividades para ajudar o desenvolvimento de uma criança Autista e se divertir muito com ela!

Vamos brincar?



É HORA DE BRINCAR! 5 DICAS DE ATIVIDADES PARA CRIANÇAS COM AUTISMO


A brincadeira é uma excelente forma de estimular o desenvolvimento das crianças com autismo. Além de auxiliar as habilidades motoras e cognitivas, o brincar promove uma melhor comunicação e interação social.
Os brinquedos e as brincadeiras que devem ser adotadas nos processos de estimulação de crianças com Autismo precisam, antes de tudo, serem adequadas de acordo com o perfil da criança que se quer estimular.
Devem ser prazerosos, agradáveis, desejados e não podem gerar medo, suspeição ou enojamento.
Sabemos que estas crianças são hipersensíveis e costumam ter grande repúdio por determinadas cores, sons, texturas e paladares e um brinquedo deve ser sob medida para esta ou aquela criança.
Deve-se lembrar que é comum Autistas gostarem de atividades com água, pedaços de espuma, caixas de areia e itens que envolvam balanços. Nestes casos, o brinquedo ajuda a relaxar e traz imenso prazer. 
A seguir, reunimos cinco ideias de atividades para crianças com autismo que auxiliam na aprendizagem e na sociabilização. Confira:

1.    Dado de brincadeiras
dado de brincadeiras funciona como uma ótima atividade para crianças com autismo, especialmente para as mais novinhas que estão aprendendo a falar e a entender instruções. 
Como um dos objetivos é concluir uma ação do dado, a criança põe em prática suas habilidades de coordenação motora e orientações de espaço.
 Essa atividade para crianças com autismo pode ser feita em grupo.
Além de deixar a brincadeira mais divertida, brincar junto com os coleguinhas da mesma idade é um bom jeito de incentivar a integração e as regras de convívio em uma situação descontraída.
 Para fazer a brincadeira você vai precisar de um dado, cartolina ou papel sulfite, régua, tesoura e canetinha. Depois é só seguir essas instruções:
·         Use a régua para fazer um traço no meio da cartolina e depois três colunas na vertical. Você deverá ter seis quadrados para fazer os cartões da brincadeira. Recorte-os.
·        Cada cartão deverá corresponder a um lado do dado. Com a canetinha desenhe os pontinhos’ do dado.

     Escolha uma cor que se destaque para deixar os pontos visíveis a uma certa distância. Dependendo da idade, a criança pode ajudar nessa etapa.
·        No lado inferior do cartão, escreva uma ação: pular, correr, dançar, cantar, rodar, apertar, entre outras.

·         Com os cartões prontos é só começar a brincadeira. Peça para a criança jogar o dado. Em seguida, ajude ela a encontrar o cartão correspondente ao resultado do dado.

Lembre-se, assim como outras atividades pedagógicas para crianças com autismo, é importante que o adulto supervisionando tenha uma participação ativa, não só apoiando a criança durante a brincadeira, como também oferecendo instruções claras para facilitar a comunicação.


2.    Brincando de agrupar

Cores vibrantes, objetos e texturas diversas são elementos importantes nas atividades para criança com autismo porque ajudam a reter a atenção. Brincadeiras de agrupar objetos são ótimas para ensinar as cores, conceitos de formas, além de noções de diferença e semelhança.
O legal é que essa é uma das atividades pedagógicas para crianças autistas mais fáceis de adaptar de acordo com as habilidades ou idade dos participantes, além dos materiais disponíveis em casa.
Por exemplo, você pode pedir para a criança agrupar tampinhas de garrafa pet da mesma cor e depois colocá-las em caixas de papelão de cor correspondente.
 Outra ideia é fazer recortes de várias formas geométricas, algumas delas repetidas. Misture os recortes e use algum critério de classificação para a criança fazer os grupos – pode ser cor, tamanho ou forma.
 Embalagens de plástico ou papelão também servem para essa brincadeira.

3.    Praticando o vocabulário com bexigas

Atividades de alfabetização para autismo também podem ser desenvolvidas com brincadeiras. Que tal usar bexigas para treinar o vocabulário e praticar a pronúncia das palavras?
Para fazer a brincadeira, desenhe uma letra em cada bexiga – prefira as coloridas para chamar a atenção visualmente. Você pode colocar música e pedir para a criança espalhar as bexigas.
Quando a música parar, ela deverá escolher uma e pensar em palavras que começam com a letra da bexiga. Se a criança apresentar dificuldades, ofereça pistas. Aproveite as bexigas para desenvolver outras atividades de alfabetização para autismo com brincadeiras.
Por exemplo, você pode dizer uma palavra e a criança deverá buscar uma bexiga com a letra inicial correspondente.
Ou ainda, a criança pode dar toquinhos na bexiga, mas ao invés de contar ela deverá dizer o alfabeto. Se a bexiga encostar no chão, a criança deverá pensar em uma palavra que se inicie com a letra que ela acabou de dizer.
Com criatividade é possível se divertir e ainda treinar o vocabulário.

4.    Programa de entrevistas

Brincadeiras que estimulam a fala e a desinibição, como apresentar um programa de televisão ou de rádio, são boas opções de atividades para crianças com autismo.
O faz de conta é perfeito para os pequenos exercitarem a imaginação e a capacidade narrativa, em um ambiente em que se sintam à vontade para criar. Então, que tal pedir para o seu pequeno escolher um personagem favorito de um livro ou filme para que ele seja o entrevistado do dia?
Se quiser usar fantasias para se caracterizar como o personagem a brincadeira vai ficar ainda mais divertida.
Depois é só usar a câmera do celular para gravar o programa. Legal não é mesmo?

5.    Inventando histórias

Existem muitos jeitos divertidos de inventar histórias e muitos deles se integram nas atividades pedagógicas para crianças autistas. Se a criança não for alfabetizada, é possível trabalhar com imagens ou objetos para criar uma história bem divertida.
Uma ideia é colar recortes de figuras em pedaços de cartolina. Essas serão as cartas do jogo. Lembre-se de criar 4 delas com um ponto de interrogação. Depois, embaralhe todas as cartas com as figuras voltadas para baixo.
 Em seguida, peça para a criança retirar uma carta do monte. Ela terá um minuto para iniciar uma história relacionada com figura da carta. O próximo participante deverá pescar uma nova carta e usar a figura dela para dar continuidade à história. Caso a carta pescada seja o ponto de interrogação, o participante está livre para criar o que quiser.
Quanto mais sem sentido a história, mais divertida!

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A CRIANÇA E A MÚSICA: COMO TRABALHAR A PERCEPÇÃO MUSICAL?






POR QUE ESTIMULAR A MÚSICA NAS CRIANÇAS?

Olá pais e professores, tudo bem?

Sabemos que música é um assunto que soa bem a qualquer ouvido não é mesmo? E você sabia que soa muito mais na primeira infância?

Pesquisas e estudos científicos nos mostram que crianças que crescem em ambientes ricos em estímulos de qualidade desenvolvem o cérebro mais rapidamente.

Hoje, sabemos que atividades estimulantes podem produzir mudanças na estrutura cerebral, principalmente nos primeiros 6 anos de vida.E a musicoterapia muito trabalhada em crianças AUTISTAS.

Confira esta matéria em nosso Blog, como a música interessa à criança desde bem pequena, por isso, deve ser utilizada para estimulá-la, fazendo com que seu desenvolvimento seja leve e crescente, assim como um passo de dança!

Boa leitura ;)



A CRIANÇA E A MÚSICA: COMO TRABALHAR A PERCEPÇÃO MUSICAL?

O ambiente sonoro, assim como a presença da música em diferentes e variadas situações do cotidiano fazem com que os bebês e crianças iniciem seu processo de musicalização de forma intuitiva.

A expressão musical das crianças nessa fase é caracterizada pela ênfase nos aspectos intuitivo e afetivo e pela exploração (sensório-motora) dos materiais sonoros.

As crianças integram a música às demais brincadeiras e jogos: cantam enquanto brincam, acompanham com sons os movimentos de seus carrinhos, dançam e dramatizam situações sonoras diversas, conferindo “personalidade” e significados simbólicos aos objetos sonoros ou instrumentos musicais e à sua produção musical.

Os conteúdos podem ser tratados em contextos que incluem a reflexão sobre aspectos referentes aos elementos da linguagem musical.

O professor poderá aproveitar situações de interesse do grupo, transformando-as em improvisações musicais.

Poderá, por exemplo, explorar os timbres de elementos ligados a um projeto sobre o fundo do mar (a água do mar em seus diferentes momentos, os diversos peixes, as baleias, os tubarões, as tartarugas etc.)
O professor deve observar o que e como cantam as crianças, tentando aproximar-se, ao máximo, de sua intenção musical.

Os contos de fadas, a produção literária infantil, assim como as criações do grupo são ótimos materiais para o desenvolvimento dessa atividade que poderá utilizar-se de sons vocais, corporais, produzidos por objetos do ambiente, brinquedos sonoros e instrumentos musicais.

Os primeiros anos de aprendizagem são propícios para que a criança comece a entender o que é a linguagem musical, aprenda a ouvir sons e a reconhecer diferenças entre eles.

Todo o trabalho a ser desenvolvido na educação infantil deve buscar a brincadeira musical, aproveitando que existe uma identificação natural da criança com a música. 

A atividade deve estar muito ligada à descoberta e à criatividade.

Trabalhar com música na educação infantil melhora a sensibilidade, o raciocínio lógico e a expressão corporal.
A música é a linguagem que organiza som e silêncio. A criança vai tomar consciência da linguagem musical se conseguir ouvir e diferenciar sons, ritmos e alturas, saber que um som pode ser grave ou agudo, curto ou longo, forte ou suave.

Apreciação musical:

– Instrumentar as músicas e as atividades realizadas no período,
– Os instrumentos musicais que:
  • Mais gostam e que menos gostam,
  • Sua utilidade,
– Como e porque construir um instrumento musical,
– O aproveitamento de sucata para isso e sua importância ecológica nesse fazer,
– Perceber e descobrir a importância dos instrumentos musicais para a música,
– Desenvolver o respeito pela natureza através da música

Desenvolver a coordenação motora:
– Usar todas as aulas do período para desenvolver atividades que proponham movimentar o corpo sob vários ritmos e canções

Desenvolver a coordenação motora fina

– Poder se expressar espontaneamente combinando movimento e música,
– Improvisar movimentos/ maior desenvoltura na ação para:
  • Desinibir,
  • Socializar,
– Poder se expressar espontaneamente combinando movimento e música,
– Improvisar movimentos/ maior desenvoltura na ação

Desenvolver a memória musical:

– Desenvolver a expressão verbal (versos na roda),
– Escutar a si e ao outro,
– Respeitar o outro quando escolhido,
– Respeitar a seqüência da brincadeira

Diferenciação de sons:

– Progredir no controle da voz ampliando sua expressão verbal,
– Conhecimento das qualidades do som, altura do som agudo e grave,
– Perceber timbres, representando os movimentos, agrupando e organizando,
- Explorar o som da própria voz (gritando, chorando, sussurrando, murmurando),
– Formar grupos dos sons,
– Introduzir o silêncio,
– Trabalhar o timbre

Para as crianças, os conteúdos relacionados ao fazer musical deverão ser trabalhados em situações lúdicas, fazendo parte do contexto global das atividades.

A escuta é uma das ações fundamentais para a construção do conhecimento referente à música.

 O professor deve procurar ouvir o que dizem e cantam as crianças, a “paisagem sonora” de seu meio ambiente e a diversidade musical existente: o que é transmitido por rádio e TV, as músicas de propaganda, as trilhas sonoras dos filmes, a música do folclore, a música erudita, a música popular, a música de outros povos e culturas.

As marcas e lembranças da infância, os jogos, brinquedos e canções significativas da vida do professor, assim como o repertório musical das famílias, vizinhos e amigos das crianças, podem integrar o trabalho com música.

É importante desenvolver nas crianças atitudes de respeito e cuidado com os materiais musicais, de valorização da voz humana e do corpo como materiais expressivos.

Precisamos entender que a educação musical não visa a formação do músico profissional.

Um professor que canta com seus alunos sala de aula está oferecendo um tipo de vivência, mas essa vivência não pode se limitar apenas a essa atividade. É importante destacar que a música deve estar presente na escola como um dos elementos formadores do indivíduo.

BRINCADEIRAS PARA TRABALHAR A PERCEPÇÃO


 

Caixinha surpresa

Colocar em uma caixinha vários nomes (ou figuras) de animais e objetos sonoros. Ao ritmo de uma parlenda de escolha, as crianças passam a caixinha de mão em mão. Ao final da parlenda, aquele que ficou com a caixa na mão retira um nome e tenta imitar o seu som para que a turma adivinhe qual é o animal ou objeto sonoro.


Telefone

Para a descoberta do timbre.
Um telefone de brinquedo ou um obejto que possa representar o aparelho.
As crianças passam de mão em mão enquanto um escolhido fica de costas para a turma. A criança que está de costas emite um som imitando a chamada do telefone. Aquele que estiver com o telefone na mão dirá "Alô" e a outra criança deverá adivinhar quem atendeu a sua chamada.


Mais sobre exploração de timbre

Em roda, cada criança terá um instrumento (produzido em aula ou não) e uma criança no meio da roda de olhos vendados. Ao sinal do orientador, um instrumentista da roda toca seu instrumento. A criança de olhos vendados deverá indicar de onde vem o som e que instrumento foi tocado.



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